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Destaques

Nostalgia da nostalgia

Dias de nostalgia da nostalgia, em que parecia sentir falta de algo ou alguém. Dias em que sabia que era delicioso se perder na sensação de que o passado proporcionava, mas que sabia a importância de voltar a atenção para o presente. Então, os dias continuavam seguindo, mesmo quando uma parte nossa insistia na nostalgia. Nostalgia boa era coisa temporária, mais do que isso poderia se tornar tóxica. A verdade era que escrevia para dar sentido às coisas. A verdade era que tinha uma relação dupla com a nostalgia; em alguns instantes, adorava, em outros, achava que era o pior que poderia acontecer. Escrevia, então, na esperança de continuar mantendo a nostalgia sob controle, aceitando que o passado não voltaria e estava tudo bem ressignificar as coisas. Ao dar um novo sentido, a nostalgia também se transformava. E, então, quem sabe poderia se manter em um nível mais saudável e menos tóxico. Se apegar à nostalgia, mas sentir os pés firmes no presente.  *Ben Oliveira é escritor, formado ...

Documentário sobre o Budismo e a história de Buda

O Budismo e a história de Buda têm atraído a atenção de pessoas do mundo todo, desde o seu surgimento. Visto como uma religião, filosofia de vida, ciência da mente ou alternativa terapêutica para lidar com os problemas, um vídeo do Youtube, de 1 hora e 34 minutos de duração, compilou alguns documentários sobre o budismo, no qual a figura de Sidarta Gautama é revelada e quais foram os seus caminhos em busca da iluminação e transformação em Buda (aquele que desperta).

Assim como Buda alcançou o Nirvana e aprendeu a controlar a própria mente, milhões de pessoas procuram no budismo uma maneira de encontrarem paz e felicidade e lidar com os sofrimentos da vida, através da meditação e do equilíbrio.

Popularmente conhecido como Buda, Siddhartha Gautama tem uma história inspiradora. Apesar de ser visto como uma lenda, Buda foi um homem que se aventurou em busca da sabedoria. No documentário, vimos que Sidarta teve uma infância cercada pela riqueza e luxo, cujo pai acreditava que assim o privaria dos sofrimentos da vida e ele fosse se tornar o Imperador da Índia.

Introspectivo e curioso, Sidarta Gautama passa por quatro jornada, cada uma com um aspecto da vida: na primeira ela vê um homem velho, na segunda um homem doente, na terceira a morte e na quarta um homem espiritual. Aprendendo sobre os sofrimentos que ele desconhecia, pois havia sido privado por seu pai, o impacto das jornadas fizeram com que o homem se interessasse pela espiritualidade. Então, depois de casar e ter filhos, Sidarta abandou sua família e casa para buscar as respostas da vida.

Com uma jornada marcada por novas descobertas, Sidarta aprendeu mais sobre a meditação e alteração dos estados de consciência e refletiu ao ver um tocador de cítara, percebendo que “é no meio que se encontra perfeita harmonia”.

Depois de aprender que a resposta estava no caminho da moderação, Sidarta fica embaixo de uma árvore e decide sair de lá somente depois que alcançar a sabedoria que desejava. Então, ele enfrenta Mara, o Senhor do Desejo, que, na verdade, é a representação de todos os seus desejos. Sidarta Gautama enfrente seus próprios desejos, suas próprias tentações e demônios, ao se focar no movimento da respiração e descobre que é capaz de se equilibrar. “A terra é minha testemunha”, disse o homem ao tocar o chão.

Sidarta passa a se chamar de Buda, “o desperto iluminado”. Ele cria o Dharma, com as leis fundamentais e se dedica até o resto da sua vida a ensinar o que tinha aprendido aos outros sobre o caminho da iluminação e ajudá-los a conquistarem o que o próprio Buda levou anos para entender. O sucesso de Buda na Índia e no mundo se dá ao fato dele ajudar os humanos a lidarem com a questão do sofrimento, do universo interior e da própria mente, responsável pela insatisfação e sofrimento.

Confira o documentário sobre o Budismo e a vida de Buda:

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