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Destaques

Autismo: Entre fofocas e intrigas

Aviso aos bonitos e bonitas que sempre jogam meu nome e dos colegas nos grupos de Facebook e WhatsApp: alguém de vocês sempre solta algo e de um jeito ou de outro, chega até mim.


Minha dica é: quer falar mal? Fala à vontade. Se quiser, eu falo junto. Não tenho vergonha de fazer autocrítica, aliás, recomendo a todos.

Agora, se me difamar e/ou queimar minha reputação, o bicho pega.

Nesta página, não trabalho com indiretas. Só com diretas mesmo.

Já disse que nem todo autista é bonzinho, né? 😈

Dica para os anjinhos e neurotípicos: Arranjem hobbies e outros hiperfocos, ocupem a cabeça com outras coisas que não sejam só esse mundinho de intrigas do autismo.

Um grande filósofo pós-moderno, Benstein Oliveira disse que a fofoca viaja à velocidade da luz e que ela vem de todos cantos e cores do autismo. Nem WhatsApp eu uso, mas as conversas de lá sempre chegam aqui. Por que será, gente?

Formado em Harvard na arte das fofocas chegarem até mim. Parece que sou ímã para embuste.


Para os trolls que…

Documentário sobre o Budismo e a história de Buda

O Budismo e a história de Buda têm atraído a atenção de pessoas do mundo todo, desde o seu surgimento. Visto como uma religião, filosofia de vida, ciência da mente ou alternativa terapêutica para lidar com os problemas, um vídeo do Youtube, de 1 hora e 34 minutos de duração, compilou alguns documentários sobre o budismo, no qual a figura de Sidarta Gautama é revelada e quais foram os seus caminhos em busca da iluminação e transformação em Buda (aquele que desperta).

Assim como Buda alcançou o Nirvana e aprendeu a controlar a própria mente, milhões de pessoas procuram no budismo uma maneira de encontrarem paz e felicidade e lidar com os sofrimentos da vida, através da meditação e do equilíbrio.

Popularmente conhecido como Buda, Siddhartha Gautama tem uma história inspiradora. Apesar de ser visto como uma lenda, Buda foi um homem que se aventurou em busca da sabedoria. No documentário, vimos que Sidarta teve uma infância cercada pela riqueza e luxo, cujo pai acreditava que assim o privaria dos sofrimentos da vida e ele fosse se tornar o Imperador da Índia.

Introspectivo e curioso, Sidarta Gautama passa por quatro jornada, cada uma com um aspecto da vida: na primeira ela vê um homem velho, na segunda um homem doente, na terceira a morte e na quarta um homem espiritual. Aprendendo sobre os sofrimentos que ele desconhecia, pois havia sido privado por seu pai, o impacto das jornadas fizeram com que o homem se interessasse pela espiritualidade. Então, depois de casar e ter filhos, Sidarta abandou sua família e casa para buscar as respostas da vida.

Com uma jornada marcada por novas descobertas, Sidarta aprendeu mais sobre a meditação e alteração dos estados de consciência e refletiu ao ver um tocador de cítara, percebendo que “é no meio que se encontra perfeita harmonia”.

Depois de aprender que a resposta estava no caminho da moderação, Sidarta fica embaixo de uma árvore e decide sair de lá somente depois que alcançar a sabedoria que desejava. Então, ele enfrenta Mara, o Senhor do Desejo, que, na verdade, é a representação de todos os seus desejos. Sidarta Gautama enfrente seus próprios desejos, suas próprias tentações e demônios, ao se focar no movimento da respiração e descobre que é capaz de se equilibrar. “A terra é minha testemunha”, disse o homem ao tocar o chão.

Sidarta passa a se chamar de Buda, “o desperto iluminado”. Ele cria o Dharma, com as leis fundamentais e se dedica até o resto da sua vida a ensinar o que tinha aprendido aos outros sobre o caminho da iluminação e ajudá-los a conquistarem o que o próprio Buda levou anos para entender. O sucesso de Buda na Índia e no mundo se dá ao fato dele ajudar os humanos a lidarem com a questão do sofrimento, do universo interior e da própria mente, responsável pela insatisfação e sofrimento.

Confira o documentário sobre o Budismo e a vida de Buda:

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