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Destaques

Antraz: Documentário da Netflix revela investigações feitas pelo FBI durante anos

Um pouco após os atentados terroristas contra as torres gêmeas, em Nova Iorque, Estados Unidos, no 11 de setembro de 2001, uma ameaça de antraz colocou as autoridades, como o FBI em alerta, e espalhou pânico nos norte-americanos devido à facilidade de se espalhar sem as pessoas saberem.  Dirigido e roteirizado por Dan Krauss e produzido pela Netflix e pela BBC, 21 anos após o ataque e o primeiro caso de circulação do antraz, o documentário Antraz: EUA Sob Ataque (The Anthrax Attacks) leva o telespectador para as investigações do FBI que duraram anos. O que a princípio foi alvo de muita pressão para a solução do caso, principalmente pelo medo dos norte-americanos do esporo da bactéria continuar se espalhando pelas cartas e fazendo mais pessoas adoecerem e/ou morrerem, logo foi caindo no esquecimento conforme as investigações desenrolavam fora dos holofotes.  Com a proximidade do caso do ataque às torres gêmeas, à primeira vista, o pânico generalizado fez com quem os norte-americanos

Zen: Mente-Cachorro

A mente é como um cachorrinho tentando brincar com você, quando você já não quer. Tudo o que você deseja é um pouco de paz e de silêncio, mas quanto mais você tenta se aproximar da criatura, mais ela corre para a outra direção. Eventualmente, seus caminhos vão se cruzar, mas ela continua saltitando de um lado para o outro e mesmo que você se abaixe para segurá-la, seus dedos vão tocá-la por um breve instante, não o suficiente para controlá-la.


Então, você começa a correr para a direção contrária. Pode ser que o animal te siga, pode ser que ele te ignore. Qualquer coisa é melhor do que continuar indo atrás dele, afinal, tudo não se passa de uma diversão para ele e você precisa daquele tempo só para si mesmo.

Quando você menos espera, o cachorrinho parou de latir, já não está mais correndo e voltou para dentro de casa. Você fecha a porta, desejando que ele não saia tão cedo. Seu coração ainda está acelerado, sua respiração ofegante, mas passado alguns instantes, tudo retorna à normalidade.

Dizem que as criaturas são ótimas para ajudarem a desenvolver sua paciência. Os cães têm desejos próprios. Às vezes, eles se aproximam como quem não quer nada, te dão um olhar triste, mas tudo o que eles estão aguardando é a oportunidade de você abrir a porta para que eles possam entrar correndo, carregar aquela sua meia de um cômodo para o outro e revirar a casa de cabeça para baixo. Ou quem sabe eles não querem saltar no seu colo e dar uma mordida no que você está comendo.

Quando a mente começa a latir demais, quando ela está correndo de um lado para o outro, como se tivesse mergulhado em uma enorme xícara de café, quanto mais atenção você tenta lhe dar para que ela se acalme, mais energia ela libera. É um ciclo vicioso. Então, você fecha os olhos ou olha para o lado e deixa tudo seguir o seu ritmo, respira bem e com o passar do tempo, a correria acaba.

A alteração cede lugar à paz. Você se sente no presente e tudo o que pode fazer é agradecer por cada uma das pequenas coisas que lhe aconteceram e te fizeram ser quem você é. E quando você vê que sua mente está prestes a querer brincar novamente, talvez você a deixe pular pelos quatro cantos e gentilmente devote um pouco de atenção a cada um desses pensamentos, talvez você aprenda que é preciso ignorá-la, até que só reste você: aqui e agora.

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