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Destaques

Cicatrização

Não era o tempo sozinho que cicatrizava as feridas. Sabia disso cada vez mais. Em um ato de celebração de uma pequena conquista, não se lembrava da última vez que havia pensado no outro. Era verdade que dia após dia, construindo mais autoconhecimento e cuidando das diferentes partes de si, muitas vezes, você ocupava o espaço ocioso que te fazia pensar no outro. Mas não se tratava meramente de se ocupar, sim de conscientemente deixar o outro, se soltando um dia atrás do outro. Às vezes, no entanto, bastava alguém lembrar do outro para que as memórias viessem à tona. Era preciso um tempo para acolher, então deixar as memórias irem. Esse outro eram várias pessoas. Durante um bom tempo uma parte de si havia ficado presa ao passado, mas agora ela havia se libertado. A ferida se fechara e tudo o que restava era cicatrização.  *Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo . Autor do livro de terror  Escrita Maldita , p ublicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxo...

Livemocha: Site para aprender idiomas de graça fecha as portas após 9 anos de funcionamento

Lembra do Livemocha, aquela plataforma online em que era possível aprender um ou mais idiomas de graça e em troca ensinar o seu idioma para outras pessoas? O site irá fechar oficialmente no dia 22 de abril de 2016, segundo comunicado divulgado pela equipe Rosetta Stone / Livemocha em sua página oficial.

Livemocha Site Idiomas Encerra Atividades




"Como membro do Livemocha e um entusiasta do ensino de idiomas, você nos ajudou a construir uma comunidade muito especial. Durante os últimos anos, o Livemocha estimulou inúmeras conversas e conexões entre milhões de pessoas do mundo todo que adoram aprender idiomas [...] Encorajamos a todos que continuem envolvidos com a comunidade, façam amigos, usem os bens restantes e criem lembranças que durarão toda uma vida durante as próximas semanas" – equipe do Livemocha

Além de comunicar o fechamento do Livemocha, na nota a equipe da comunidade divulga seu aplicativo de aprendizado de idiomas Rosetta Stone com planos a partir de 129 dólares. Entre os pacotes mais comprados estão: Espanhol (América Latina), Inglês (Americano), Francês, Italiano, Alemão, Japonês, Espanhol (Espanha), Chinês (Mandarim), Português (Brasil) e Russo. A versão gratuita do aplicativo para dispositivos iOs e Android permite apenas uma lição de graça.

O Livemocha era uma das maiores comunidades de idiomas do mundo e era sediada em Seattle, Washington. O site permitia a interação entre pessoas falantes de diferentes idiomas e moravam em diferentes partes do mundo, misturando métodos tradicionais para aprendizado de línguas com a prática online.

Fundada em 2007, a comunidade do Livemocha contava com mais de 16 milhões de membros de 195 países e em 2013, o site foi comprado pela Rosetta Stone. Uma das propostas iniciais do site era contribuir com a globalização, conforme a equipe definia em seu site: “Hoje, mais do que nunca, nós vivemos em um mundo conectado. A tecnologia nos permite construir relacionamentos reais em muitos países de uma vez – e isso está criando uma oportunidade imensa para aqueles com as habilidades certas. Pessoas do mundo inteiro precisam entender e interagir com diferentes culturas no decurso de seu trabalho e viagens. O sucesso das economias emergentes e do mercado global, então, depende da aprendizagem de línguas estrangeiras”.

"No Livemocha, nós acreditamos no poder do potencial humano. Qualquer um pode aprender um novo idioma. E não somente qualquer um, mas em qualquer lugar e a qualquer momento. Nós somos dedicados a ajudar indivíduos, corporações, livrarias e escolas a remover as barreiras para uma comunicação efetiva e intercâmbio cultural" .

É uma pena que o Livemocha tenha fechado as portas. Era uma ótima maneira de aprender outros idiomas e conhecer novas pessoas. Muitos usuários da comunidade ficaram insatisfeitos e comentaram suas decepções na página oficial do Livemocha no Facebook, já que o serviço era gratuito e os pacotes mais baratos custam centenas de dólares. Alguns dos antigos usuários do Livemocha alegaram que a comunidade começou a piorar após a empresa ter sido comprada e que muitos deles não tinham condições de pagar pelos pacotes. Mesmo com todas as reclamações, a Rosetta Stone deu a entender que não há interesse em renovar o Livemocha.

E você, o que achou do fim do Livemocha? Comenta aí! 

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