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Destaques

Happy Old Year: Filme explora a linha tênue entre o desapego e a nostalgia

O filme tailandês Happy Old Year , de 2019, nos faz pensar sobre as relações que construímos com as coisas que guardamos ao longo da vida. Com direção e roteiro de Nawapol Thamrongrattanarit, a obra está disponível na Netflix. Chutimon Chuengcharoensukying interpreta Jean, uma mulher que deseja fazer um escritório em sua casa, mas se dá conta de que há uma pilha de objetos inutilizados pela casa. Interessada e inspirada pelo minimalismo, se dependesse só dela, ela colocaria tudo em sacos de lixo e jogaria fora, o que ela descreve como buracos negros, porém, à medida que ela coloca o seu plano em ação, Jean percebe que não será tão fácil como imaginava. Com a resistência da família a mudar, Jean encara de frente sua missão, doa em quem doer. O que deveria ser fácil e prático para ela, cuja necessidade é vista até mesmo como egoísmo, acaba se desdobrando em várias situações, fases e etapas conforme ela mergulha nas histórias, memórias e emoções que estão vinculadas aos objetos, especialm

Lançamento: A Era dos Mortos-Vivos – Eliel Barberino

Lançado no primeiro semestre de 2016, o livro A Era dos Mortos-Vivos, do autor Eliel Barberino, logo será resenhado para o blog. A obra, de 116 páginas, que explora o universo dos zumbis e procura analisar este fenômeno cultural foi publicada pela Cultura em Letras Edições e foi recomendada em sites dedicados à temática, como o Universo Zumbi.


Confira a sinopse do livro A Era dos Mortos-Vivos:


Na obra, o autor faz uma análise dos zumbis como fenômeno cultural. Desde as origens do monstro à ideia do Apocalipse zumbi como metáfora das crises da modernidade. Uma obra essencial para quem deseja conhecer mais dessas criaturas, que de acordo com o filósofo Deleuze, se trata do único mito moderno. De fato ele é o monstro que melhor representa a modernidade. Ao buscar entende-los, na verdade estaremos numa busca de nós mesmos.

“Ao fazermos um exame dos temas que os zumbis nos apresentam, creio que você perceberá que os mortos-vivos somos nós, sou eu e você. Que o medo que temos dessas criaturas é um medo sublimado de nós mesmos e dessa civilização que criamos. Que o levante dos mortos-vivos contra toda ordem estabelecida é apenas a sublimação inconsciente de nossa revolta contra um mundo que perdeu a cabeça”

O livro é um estudo histórico e filosófico do zumbi como fenômeno cultural. Explorando desde o surgimento do fenômeno, descobre-se que o zumbi é um remanescente na modernidade de mitos arcaicos relacionados ao fim do mundo e do medo dos mortos. Assim, entende-se porque o zumbi dominou a cultura pop do nosso tempo.

O livro A Era dos Mortos-Vivos, de Eliel Barberino, pode ser comprado no site da Cultura em Letras Edições.

Adicione o livro à sua estante do Skoob

*Continue acompanhando o blog. Além da resenha de A Era dos Mortos-Vivos, também vai rolar uma entrevista com o autor Eliel Barberino!

E aí, ficou interessado? Eu já estou louco para ler! Comente abaixo.

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