Pular para o conteúdo principal

Destaques

Apenas colegas

Em um universo de indefinições, escolhemos definir o que nós éramos. Mas será que estávamos prontos para o que tinhamos escolhido? Dia ou outro, batia uma tentação. Uma vontade de estar mais perto do que o outro imaginava. E, de repente, na fantasia, já não eram mais só colegas. Era como assistir um filme repetido. Não, não repetiria a mesma história. Foi com alegria aceitando o espaço do outro. Não era seu papel lidar com o distanciamento, apenas aceitar que as coisas seriam assim desde que escolheram. Se tinham escolhido mal ou errado, não importava. Não iriam voltar atrás. A verdade é que ao matar a esperança, já não havia espaço para serem nada mais do que colegas. Os dias passavam. Evitara ruminar o assunto. Optara pela aceitação radical. Tudo estava bem do jeito que as coisas estavam. Nada precisava mudar. De repente, não era tão ruim assim ser apenas colegas. *Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo . Autor do livro de terror  Escrita Maldita , p ublicado na Amazon e ...

Reflexão: Verdades internalizadas e espelhos borrados


"Cuidado com as verdades que você internaliza. As palavras rebateram dentro dele. O olhar do outro traz julgamentos capaz de destruir suas estruturas; arranhar sua mente. Espelhos sujos, reflexos borrados. A visão manchada do outro confunde e incomoda. O dedo que aponta nunca volta para si mesmo. Desconfie de quem quer mudar o mundo, mas é incapaz de mudar a si mesmo. É preciso coragem para nadar na lama que afunda tudo ao nosso redor. Toda mudança começa de dentro para fora. Quem você é fora das bolhas e dos holofotes diz tanto sobre você quanto a personagem que criou de si mesmo. Consciência de nossas inconsistências leva ao crescimento. Levantou-se do tapete; prestes a escorregar, saltou, flutuou e queimou, até virar pó de si mesmo. Reencontrou o espírito indestrutível, enquanto respirava a fumaça do incenso que espalhava pela sala. Conseguia respirar com calma mais uma vez" – Ben Oliveira

Mais lidas da semana