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Destaques

Resenha: Candyman – Clive Barker

Um presente para os leitores de Clive Barker, assim é a edição para colecionadores de Candyman, publicada pela editora DarkSide Books, em janeiro de 2019, com tradução de Eduardo Alves e posfácio de Carlos Primati.


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Candyman (The Forbidden) é um conto, portanto a leitura é enxuta, mas envolvente, e transporta o leitor para o clima de lendas urbanas. Embora já não sejam mais comuns na tradição oral e tenham ganhado o ambiente virtual, histórias sobre acontecimentos assustadores e questionáveis fazem parte da existência humana.

Com uma atmosfera sombria e mais urbana, Clive Barker leva o leitor ao gueto, onde a violência e a criminalidade por si só já contrastam com a realidade de outros bairros da cidade e acabam tão banalizadas que a história faz a personagem principal, Helen, se interessar pelo caso contado por uma das moradoras.

“E as histórias que contaram para ela – seriam confissões de crimes não cometidos, relatos do …

Candyman: Conto do Clive Barker é publicado em livro de capa dura no Brasil

Depois do sucesso dos livros Hellraiser: Renascido do Inferno (The Hellbound Heart)Evangelho de Sangue (The Scarlet Gospels), a editora DarkSide Books publicou mais uma obra traduzida do Clive Barker para o Brasil: Candyman (The Forbidden).


Com tradução de Eduardo Alves e posfácio do jornalista, crítico e tradutor Carlos Primati, Candyman foi lançado em edição exclusiva de capa dura. O livro de 112 páginas é uma tradução do conto The Forbidden, publicado originalmente em Books of Blood Volume 5, uma série de antologia do escritor Clive Barker.

O conto foi inspirado em um curta de terror dirigido pelo Clive Barker em 1978, depois expandido e adaptado para o filme de horror Candyman, dirigido por Bernard Rose, em 1992, ganhador de cinco prêmios de cinema. Uma história para quem gosta de lendas urbanas.

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Confira a sinopse de Candyman:


Em 1992, os fãs de filmes slasher ganharam um novo motivo para ter medo da escuridão. Um assassino sobrenatural que dilacerava sem perdão todos aqueles que ousavam repetir cinco vezes o seu nome: Candyman. O personagem, encarnado pelo ator Tony Todd, se tornou um bicho-papão coletivo de pelo menos duas gerações que cresceram rebobinando clássicos do terror em VHS. Mas muitos ainda não tiveram a chance de entrar em contato com a entidade original.

Na adaptação para o longa-metragem, produzido pelo próprio Barker, trama, cenário e protagonistas sofreriam alterações. Mas a maldição continua ali, assim como as abelhas e a mão de gancho vingadora. Um dos grandes prazeres mórbidos é justamente descobrir as diferenças entre o livro e o filme. E se você quiser criar o clima ideal, a dica é abaixar a luz e acompanhar a leitura com a trilha sonora original composta por Phillip Glass. Os arrepios estão garantidos.

Candyman chega aos leitores brasileiros com uma edição que não se encontra igual em lugar nenhum do mundo. A autorização veio do próprio Clive Barker, em sinal de reconhecimento do autor pela paixão e o respeito com que a DarkSide Books vem publicando sua obra. Do autor, a DarkSide já lançou Hellraiser: Renascido do Inferno e Evangelho de Sangue.

O mestre em pessoa declarou que é impossível haver uma edição mais bonita de Hellraiser do que a brasileira e a indicou aos leitores gringos: “Um item que definitivamente todo colecionador precisa ter [...], mesmo sendo em outro idioma”. Estamos prontos para repetir o sucesso. E se você seguiu o conselho e está lendo este release em voz alta, atenção. Você acaba de evocar o nome de Candyman pela quinta vez. Tome muito cuidado.

Sobre o autor – Clive Barker é um homem renascentista de nossos tempos. Escreveu mais de vinte best-sellers de terror, incluindo Imajica, Livros de Sangue e a série de livros infantis Abarat. Produtor, roteirista e diretor de cinema, é o criador por trás das franquias Hellraiser e Candyman. O filme O Último Trem é baseado em um de seus contos. Dirigiu o videoclipe “Hellraiser”, do Motörhead. Desenvolveu os games Undying e Clive Barker’s Jericho.

Sobre o autor do posfácio – Carlos Primati é jornalista, crítico, pesquisador de cinema e tradutor. Para a DarkSide Books, traduziu contos de Mary Shelley, incluídos na edição de Frankenstein, o livro sobre Twin Peaks e outras obras com bastidores de cinema e televisão. Especializado em filmes brasileiros de horror, organizou a obra do cineasta José Mojica Marins para o apêndice de quase cem páginas que acompanha o livro Zé do Caixão – Maldito: A Biografia. Ministra cursos e palestras sobre cinema de gênero, do expressionismo alemão ao terror contemporâneo.

Lembrando que além de vender os livros nas livrarias e lojas virtuais, em dezembro de 2018 a DarkSide inaugurou a Experiência Dark, levando em conta os leitores que além das obras, também tinham interesse nos itens que antes eram enviados somente para os parceiros da editora.

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