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Criminologia, Jessica Jones e Mulher-Maravilha: Ficar do lado do agressor é sinal de perigo à sociedade – Ben Oliveira

Que dia lindo para servir Karma Coletivo para Diana, Lilith e Nêmesis ao mesmo tempo:  Resistam julgar as pessoas pela aparência. Meus 2 ex-namorados manipuladores se faziam de vítimas e todo mundo ficava ao lado deles e como eu sou porra louca, como Jessica Jones e Malévola, era injustiçado entre quatro paredes e julgado por todos ao redor. Como sou uma vaca, só há duas pessoas com a qual me importo no mundo, minhas duas chamas gêmeas, o resto é indiferente. Ainda assim... Vocês criam cada distorção cognitiva que só por Deus... É muita falta de terapia, autoconsciência, reflexão e bom senso.  Foi você que tava dentro do carro capotado? Foi você que quase morreu? Foi você que teve que recomeçar várias vezes na vida? Foi você que saiu como vilão quando a pessoa era tóxica pra cacete? Não foi. Então, boca fechada, sempre. Opinião só se dá quando é pedida. Sem falar os DELUSIONAIS que ficaram comentando: Que pena, achei que vocês iam casar. Quem quiser casar com ele, passo até o perfil KK

Meu Amor: Série documental da Netflix reúne histórias de casais juntos há mais de 40 anos

Casais que resistiram e ainda resistem ao tempo. A nova série documental da Netflix, lançada em abril de 2021, Meu Amor: Seis Histórias de Amor Verdadeiro (My Love: Six Stories of True Love) traz seis episódios, cada um focado em um casal de um país diferente e mostra relacionamentos que duraram entre 40 e 60 anos.

É óbvio que levando em conta as singularidades do mundo, seria impossível representar todos países – e dentro de cada país, existem suas próprias diferenças –, mas dá para dizer que um dos diferenciais da série documental My Love é a exploração da diversidade, seja quando se trata do amor e relacionamentos, como dos costumes e tradições, e, principalmente, colocando os holofotes em um público mais velho, nem sempre lembrado quando se aborda a temática romântica.

Embora tenha sido lançado este ano, as gravações da série ocorreram antes do período da pandemia do Covid-19 e os episódios mostram um período de aproximadamente um ano das vidas dos casais. Cada episódio foi dirigido por alguém diferente e o formato torna a narrativa audiovisual bem natural, como se o telespectador tirasse um ano sabático para espionar as experiências dessas pessoas.

Entre os pontos que unem os seis episódios da série documental estão as memórias do amor e dos familiares, os cuidados com a saúde no momento presente afetados pelo trabalho e/ou pelo envelhecimento e as preocupações com o futuro.

Os episódios trazem casais dos respectivos países: Estados Unidos, Espanha, Japão, Coreia do Sul, Brasil e Índia. Os diretores que participaram da série são (fora de ordem): Carolina Sá, Deepti Kakkar, Fahad Mustafa, Hikaru Toda, Jin Mo-Young, Chico Pereira e Elaine McMillion Sheldon.

Mesmo com as diferenças de economia e oportunidades, dá para ver que, além dos momentos de afetos e cuidados trocados pelos casais, eles também são cheios de energia e aproveitam as horas de lazer e descanso, intercalando momentos a sós com a companhia de familiares e/ou amigos.

Não vou entrar em detalhes para não estragar a diversão da descoberta, mas um dos seis casais é formado por duas mulheres. Além disso, há participantes com condições e deficiências, como um homem que teve hanseníase, alterações auditivas e visuais e dores crônicas.

Gostei da série documental e acredito que tem potencial para mais temporadas. Além de explorar casais de outros países que não foram abordados, também seria interessante mostrar diferentes realidades dentro do mesmo país. 

Produções assim ajudam a jogar luz no envelhecimento e relacionamentos, importância de se pensar na acessibilidade e diversidade, bem como de oportunidades de turismo, eventos culturais e segurança financeira para pessoas da terceira idade e seus familiares.

Meu Amor: Seis Histórias de Amor Verdadeiro (My Love: Six Stories of True Love) é uma ótima programação para assistir nesse período de pandemia, para quem procura algo leve e reconfortante.

*Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

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