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Destaques

Nostalgia da nostalgia

Dias de nostalgia da nostalgia, em que parecia sentir falta de algo ou alguém. Dias em que sabia que era delicioso se perder na sensação de que o passado proporcionava, mas que sabia a importância de voltar a atenção para o presente. Então, os dias continuavam seguindo, mesmo quando uma parte nossa insistia na nostalgia. Nostalgia boa era coisa temporária, mais do que isso poderia se tornar tóxica. A verdade era que escrevia para dar sentido às coisas. A verdade era que tinha uma relação dupla com a nostalgia; em alguns instantes, adorava, em outros, achava que era o pior que poderia acontecer. Escrevia, então, na esperança de continuar mantendo a nostalgia sob controle, aceitando que o passado não voltaria e estava tudo bem ressignificar as coisas. Ao dar um novo sentido, a nostalgia também se transformava. E, então, quem sabe poderia se manter em um nível mais saudável e menos tóxico. Se apegar à nostalgia, mas sentir os pés firmes no presente.  *Ben Oliveira é escritor, formado ...

5 Vantagens de usar o Google Plus para compensar o baixo alcance orgânico do Facebook

Depois que o alcance orgânico do Facebook diminuiu muito, comecei a usar mais o Google Plus. Como diria um colega blogueiro e publicitário: “Facebook virou veículo. Só aparece quem paga”. Exageros à parte, é mais ou menos assim: Se a sua fan page tem 900 curtidas, por exemplo, em média 10 a 20% dos usuários visualizarão os seus posts nas timelines deles.

Confira: Ebook gratuito Google Plus e suas potencialidades para empresas

Diferença de alcance orgânico do Facebook e Google Plus. A mesma postagens nas duas redes sociais.

O número de usuários no Google Plus ainda é menor do que o do Facebook, no entanto existem algumas vantagens: 

– A cada curtida no Google Plus, os usuários que fazem parte do mesmo círculo, verão o seu conteúdo com mais facilidade nos resultados de busca do Google;

– Ainda não há a limitação de alcance dos conteúdos não pagos, como existe no Facebook;

– Os usuários participam de comunidades de assuntos que se interessam e costumam não só curtir e compartilhar as postagens, mas também interagir através de comentários;

– As imagens com links, quando curtidas, também influenciam na hora de encontrar o conteúdo no mecanismo de busca;

– É possível realizar hangouts (encontros online com transmissão de vídeo ao vivo) para vários usuários, como um bate-papo com os leitores, uma palestra etc.

Tenho obtido bons resultados no Google Plus. Embora as interações sejam maiores, é inegável que a influência do Facebook seja mais forte, pela quantidade de usuários ativos – aqueles que além de terem a conta, usam a rede social com frequência.

Veja: Comunidades para Blogueiros no Google Plus

Essa mesma discussão surgiu na época que o Facebook começou a fazer mais sucesso no Brasil e os usuários passaram a abandonar o Orkut. Alguns profissionais de mídias sociais que gerenciavam contas de empresas, por mais que soubessem que o público estava migrando de rede, não podiam ignorar que a influência dos usuários do Orkut ainda era forte.

Uma das estratégias utilizadas pelos usuários para aumentar a circulação de seus conteúdos é a criação de comunidades. Eu, por exemplo, tenho uma comunidade chamada Amor pelos Livros. “E qual é a vantagem?”, você me pergunta. Bom, eu sei que todos os usuários que entraram nela são interessados em livros. Logo, eu não vou desperdiçar o meu tempo divulgando num grupo, onde as pessoas deixam curtidas e comentários vazios.

Fique por dentro: Comunidades para Leitores e Escritores no Google Plus

No Facebook também é possível driblar o baixo alcance orgânico das fan pages. Um ótimo exemplo é o grupo Literatura com temática LGBT, administrado pelo escritor Sérgio Viula, na qual os usuários compartilham informações, resenhas e novidades sobre livros voltados para o público de gays, lésbicas e trans. É uma ótima forma de atingir o público certo, sem gastar energia e tempo desnecessários, divulgando o mesmo link numa página que não vai alcançar todos os seus seguidores e parte deles pode não se interessar, pois nunca leram um livro gay ou não têm o mínimo interesse, expondo os usuários a comentários homofóbicos e preconceituosos.

Fica a dica, então! Vamos usar mais o Google Plus, já que o Facebook tem sido ingrato com os usuários que não investem nas publicidades pagas. Cabe a cada um avaliar quais são as suas necessidades nas mídias sociais e ver o que compensa. Levando em conta de que nem sempre as curtidas e comentários são de qualidade, que a visualização na linha do tempo não significa que a pessoa abriu o link e que muitas interações nem sempre são sinônimo de qualidade.

Meu perfil no Google Plus para quem quiser fazer parte da minha rede! 

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