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Destaques

Resenha: Belas Adormecidas – Stephen King e Owen King

Imagina como seria se todas mulheres adormecessem? Essa é a premissa do livro Belas Adormecidas (Sleeping Beauties) , escrito por Stephen King e seu filho, Owen King , publicado no Brasil pela editora Suma , em 2017, com tradução de Regiane Winarski .  Compre o livro Belas Adormecidas (Stephen King e Owen King):  https://amzn.to/3qkUnwn De forma misteriosa, mulheres de toda parte estão adormecendo e seus rostos se cobrindo por uma espécie de casulo, que quando rompido, pode levá-las a atacar violentamente quem estiver por perto. Para alguns, o fenômeno é visto como um sono; para outros, é como a morte.  “Para dormir e sonhar com mundos diferentes. As filhas meninas se juntaram a elas nesses sonhos. Os filhos meninos, não. O sonho não era para eles” – Stephen King e Owen King, Belas Adormecidas   Ciência ou sobrenatural? Doença ou maldição? Uma série de questões é levantada conforme o fenômeno vai se espalhando de Dooling, nos Estados Unidos, para o resto do mundo, e uma mulher, Evie

Cucumber: Nova série gay de drama do mesmo criador de Queer as Folk

Russel T. Davies é o produtor da nova série gay de drama Cucumber, termo em inglês que pode ser traduzido como pepino e conta a história de Henry (Vincent Franklin), um homem gay de mais de 40 anos, lidando com suas próprias crises existenciais, neuroses e medos do passado mal resolvidos, sua família e seus colegas. O programa é exibido pelo Channel 4.


Para quem se lembrou de Queer as Folk, Russel foi responsável pela versão original e britânica da série, desenvolvida para o Channel 4, que posteriormente foi adaptada por Ron Cowen e Daniel Lipman para o canal Showtime e Showcase, dos Estados Unidos e Canadá, respectivamente. A versão britânica de Queer as Folk foi exibida em 1999 e 2000 e teve duas temporadas, enquanto a versão norte-americana fez mais sucesso entre os telespectadores e teve 5 temporadas, exibidas entre 2000 e 2005.

O programa televisivo sobre o universo LGBT lega algumas questões, como o comodismo e desafios dos relacionamentos a longo prazo, a fuga de lidar com os conflitos internos, as obsessões, desejos e fantasias sexuais, solidão e carências, homofobia internalizada e repressões.

Cucumber vem a somar para o universo das séries voltadas para o público gay, mas por ser uma minissérie (somente com 8 episódios, de duração de 45 minutos), tudo acontece tão rápido que não dá tempo de aprofundar o drama, só dando vislumbres de possibilidades, cabendo ao telespectador, assim como Henry, encarar ou fugir dessas questões mais complexas.



Além de Henry e Lance (Cyril Nri), seu ex-parceiro, os outros personagens que se destacam em Cucumber são os jovens com quem o protagonista divide o apartamento: Freddie (Freddie Fox) e Dean (Fisayo Akinade), ambos conhecidos do trabalho. Enquanto o foco principal da série Cucumber parece ser Henry, o gay mais velho, o Channel 4 criou outra série paralela chamada Banana focada num público mais jovem e Tofu com uma série de documentários online.

Nenhuma série televisiva abordou tantas questões sobre o mundo gay como Queer as Folk. Cucumber aborda essas rupturas de uma maneira leve e refrescante. Há a busca pela verossimilhança, mas o curto período de convivência entre espectador e personagens impossibilita uma ligação mais forte. O inesperado, como na vida, é saber que eles entram num bosque que pode levá-los a diversas direções, inclusiva a correr em círculos, mas que mesmo com a idade e diversas experiências são traídos pelas suas próprias idealizações.

Assista ao trailer de Cucumber:

Comentários

  1. Oi, Ben!

    Cara, adoreeeei a novidade!
    E britânico? Com certeza irei assistir! \o/

    Afinal adorei Queer AsFolk. Irado! :)

    Abraços!
    Irmãos Livreiros

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    Respostas
    1. Oi, Daniel! Também gostei de Queer as Folk (mas confesso, que achei melhor a versão norte-americana do que a britânica).
      Fico feliz que tenha gostado da dica.

      Abraço. Grato pela visita. Volte sempre ;)

      Excluir

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