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Destaques

Documentário da Netflix aborda caso Elisa Lam e histórico mórbido do Cecil Hotel

Dependendo da sua idade e do quanto você é ligado às notícias e ao mundo online, é bem provável que você tenha ouvido falar sobre o caso da Elisa Lam , uma canadense descendente de chineses que  viajou para os Estados Unidos e morreu em um hotel de Los Angeles . O caso polêmico na época foi explorado na série documental Cena do Crime – Mistério e Morte no Hotel Cecil (Crime Scene: The Vanishing at the Cecil Hotel) , dirigido pelo norte-americano Joe Berlinger e distribuído pela Netflix , em 2021. Em quatro episódios, de forma linear, é contada a história de como Elisa Lam foi parar no Cecil Hotel e um pouco de sua personalidade no mundo digital e afinidade com o Tumblr. Importante mencionar que o documentário não traz entrevistas com os familiares de Elisa Lam. Se nem os próprios familiares conhecem a fundo uma pessoa, me pergunto por que há tantas pessoas aleatórias na internet e fãs de teorias da conspiração que se sentem no direito de dizer que algo poderia ou não ter acontecido. 

Correio: Livros do Roberto Muniz Dias

Durante esta semana recebi vários livros, mas não podia deixar de destacar os do Roberto Muniz Dias – o autor com livros mais resenhados aqui para o Blog do Ben Oliveira –, Uma Cama Quebrada, peça teatral publicada recentemente e A Teia de Germano. Acredito que tenha lido quase toda a obra do escritor (se faltou foi só um ou outro). Além de já ter entrevistado, feito leitura beta e poder acompanhar, ainda que virtualmente, suas vitórias na jornada do escritor. Confira as sinopses dos livros:


A Teia de Germano – Germano nunca existiu, mas quem o criou deixou que sua história influenciasse os outros. Estes outros são personagens de seus próprios enredos. Enquanto Germano vive, ele vai tecendo uma teia de narrativas que envolvem três pessoas. Cada uma delas caminhará pela tenra e fina linha que Germano deixou como lastro.

No plano virtual, estes três personagens vão vivendo suas vidas por esta herança: um escritor mais novo que já leu a história, um escritor mais velho que inventou esta história e uma mulher que viu a sua vida contada por esta mesma história.

Como essas vidas se entrelaçam? Como a teia de Germano capturou estas personagens?

"Roberto explora a metalinguagem. Conta-se uma história dentro de outra história [...] Com a tarefa de escrever sobre a vida de Erich, Lúcio conversa com o escritor que tanto admirava, analisa suas fotos, cartas, memórias e faz o que pode para tentar mergulhar na essência do outro. Neste processo de descoberta do escritor, ao mesmo tempo, ele acaba nadando no seu próprio "lago da linguagem", como diria Stephen King, onde ficam nossas experiências mais marcantes, nossos medos e desejos do subconsciente".Ben Oliveira, escritor
"Germano é o que considero o grande epicentro. Este é o personagem de um livro escrito por Erich e que Lúcio se sente conectado como se pudesse entender a sua própria existência enquanto descobre o personagem. Para entender essa teia (literalmente), imagine a Matrioshka, uma bonequinha russa onde você vai encontrando uma dentro da outra. Germano é a menor das bonequinhas e que, para ser encontrado, necessita uma desconstrução. A revelação de camadas finas que separam a vida dos escritores de seus personagens – ora pelas semelhanças ou diferença, ora pelos fantasmas que assombram nosso imaginário"Paulo Sérgio Moraes, escritor

Leia: Resenha de A Teia de Germano – Roberto Muniz Dias

O livro A Teia de Germano pode ser comprado no site da Metanoia Editora.


Uma Cama Quebrada – Texto teatral inspirado no livro Urânios, também de Roberto Muniz Dias.

"Uma Cama Quebrada estabelece um diálogo contemporâneo sobre o amor, complexo, intenso, incerto, desconhecido. Na cama, as incerteza, os padrões instituídos e a própria ideia de amor parece perder-se, transformando-se e se reinventando, singulares e tomando novos rumos. Um vinho e três taças, o resto é desconhecido" Samuel Araújo Ramos, Produtor Cultural
Mais informações sobre o livro Uma Cama Quebrada no site da Giostri Editora

Tive a oportunidade de ler A Teia de Germano antes do livro ser publicado na versão impressa. O texto da orelha é um trecho da minha resenha. Também tem texto do Paulo Sérgio Moraes, amigo escritor e autor dos livros Condicional, Olho Grego e organizador do livro coletivo Remetente N.15 – o qual eu também pude participar, com o conto A Carta de Amélia.

Já estou ansioso para ler Uma Cama Quebrada. Em breve devo publicar uma resenha aqui para o blog, apesar de o texto para teatro não ser o meu forte. O que me deixa curioso é notar o processo de transformação, já que a peça foi inspirada em Urânios e também tive a chance de ler.

Leia: Resenha de Urânios – Roberto Muniz Dias

Cadastrei os dois livros no Skoob – a maior rede social para leitores do Brasil... Não deixe de adicionar à estante: A Teia de Germano e Uma Cama Quebrada!

Ah, para quem gosta de ganhar livros, fica de olho aqui no blog e na página do Facebook. Vai rolar sorteio de um exemplar do livro Uma Cama Quebrada, em dezembro! ;-)

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