Há uma sensação de prazer quando chega o fim da série. Se despedir dos personagens com os quais pôde acompanhar suas histórias ao longo de várias temporadas, especialmente se for série antiga. Enquanto muitas novas séries têm apostado em um formato mais curto, alguns até de minissérie, teve uma época boa em que as séries pareciam sem fim. Mas mesmo as séries que pareciam sem fim, também chegam ao final. É gratificante a sensação. É como dizer adeus e agradecer pelo tempo juntos. Então, se antes você torcia para que a série chegasse ao fim logo, agora você torcia por cada minuto, para que tivesse mais tempo juntos. Quantos dias tinha passado assistindo a série? Quantos episódios assistiu? Perdera a conta, mas de uma coisa estava certo: o alívio de encerrar mais uma série, abrindo espaço para novas descobertas e consciente de que cada minuto assistindo valeu a pena, entre erros e acertos. *Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo . Autor do livro de terror Escritpa...
“Uma menina nunca esquece seu primeiro cadáver”– Caitlin Doughty
Saiba mais sobre o livro Confissões do Crematório, de Caitlin Doughty:
É a única certeza da vida. Então, por que evitamos tanto falar sobre ela? A morte é inevitável, sentimos muito. Mas pelo menos, como descobriu Caitlin Doughty, ficar a sete palmos do chão ainda é uma opção.
Ainda jovem, Caitlin conseguiu emprego em um crematório na Califórnia e aprendeu muito mais do que imaginava barbeando cadáveres e preparando corpos para a incineração. A exposição constante à morte mudou completamente sua forma de encarar a vida e a levou a escrever um livro diferente de tudo o que você já leu sobre o assunto.
Confissões do Crematório reúne histórias reais do dia a dia de uma casa funerária, inúmeras curiosidades e fatos históricos, mitológicos e filosóficos. Tudo, é claro, com uma boa dose de humor. Enquanto varre as cinzas das máquinas de incineração ou explica com o que um crânio em chamas se parece, ela desmistifica a morte para si e para seus leitores.
O livro de Caitlin – criadora da websérie Ask a Mortician – levanta a cortina preta que nos separa dos bastidores dos funerais e nos faz refletir sobre a vida e a morte de maneira honesta, inteligente e despretensiosa – exatamente como deve ser. Como a autora ressalta na nota que abre o livro, “a ignorância não é uma benção, é apenas uma forma profunda de terror”.
O título é a primeira obra de não ficção a integrar a coleção DarkLove, a linha especial da DarkSide® Books para corações valentes. Sua escrita divertida e realista será muito bem representada na edição em capa dura que chegará às mãos dos leitores brasileiros em julho de 2016.
“As memórias sinceras, hilariantes e transformadoras de Caitlin são leitura obrigatória para todos aqueles que planejam morrer.”— KATHARINE FRONK, BOOKLIST
“Um livro forte e mórbido como esse poderia facilmente enredar seus leitores em tristeza e dor, mas Caitlin Doughty – uma confiável guia através do repulsivo e impressionante mundo da morte – nos mantém rindo.” — RACHEL LUBITZ,WASHINGTON POST
“Divertido e instigante.” — JULIA JENKINS, SHELF AWARENESS
“Relatos diabolicamente engraçados.” — O MAGAZINE
Sobre a autora
Caitlin Doughty é agente funerária, escritora e mantém um canal no YouTube onde fala com bom humor sobre a morte e as práticas da indústria funerária. É criadora da websérie Ask a Mortician, fundadora do grupo The Order of the Good Death (que une profissionais, acadêmicos e artistas para falar sobre a mortalidade) e também autora de Confissões do Crematório. Saiba mais em orderofthegooddeath.com.
Sobre a tradutora
Regiane Winarski é tradutora há 7 anos, mas nem antes disso era muito normal. As vozes sempre disseram que devia trabalhar com algo que envolvesse escrita e inglês, mas ela foi teimosa e tentou ser engenheira química. O bom-senso veio, e foi estudar Produção Editorial na ECO-UFRJ, mas a teimosia permaneceu, e deu aula de inglês por 10 anos antes de aceitar que a verdadeira felicidade estava nos livros. É leitora compulsiva desde que se entende por gente, mas se encontrou de verdade em um conto de Stephen King aos 13 anos. Atualmente, vive feliz traduzindo full-time e fazendo bolos nas horas vagas.