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Criminologia, Jessica Jones e Mulher-Maravilha: Ficar do lado do agressor é sinal de perigo à sociedade – Ben Oliveira

Que dia lindo para servir Karma Coletivo para Diana, Lilith e Nêmesis ao mesmo tempo:  Resistam julgar as pessoas pela aparência. Meus 2 ex-namorados manipuladores se faziam de vítimas e todo mundo ficava ao lado deles e como eu sou porra louca, como Jessica Jones e Malévola, era injustiçado entre quatro paredes e julgado por todos ao redor. Como sou uma vaca, só há duas pessoas com a qual me importo no mundo, minhas duas chamas gêmeas, o resto é indiferente. Ainda assim... Vocês criam cada distorção cognitiva que só por Deus... É muita falta de terapia, autoconsciência, reflexão e bom senso.  Foi você que tava dentro do carro capotado? Foi você que quase morreu? Foi você que teve que recomeçar várias vezes na vida? Foi você que saiu como vilão quando a pessoa era tóxica pra cacete? Não foi. Então, boca fechada, sempre. Opinião só se dá quando é pedida. Sem falar os DELUSIONAIS que ficaram comentando: Que pena, achei que vocês iam casar. Quem quiser casar com ele, passo até o perfil KK

El Inocente: Thriller explosivo de vingança é adaptação espanhola de livro do Harlan Coben

El Inocente (O Inocente) é uma minissérie espanhola adaptada do livro homônimo escrito por Harlan Coben, publicada pela primeira vez em 2005. Lançada na Netflix no final de abril de 2021, a série de mistério e thriller tem feito sucesso entre os telespectadores por suas inúmeras reviravoltas e roteiro explosivo sobre vinganças, recomeços e crimes.

Dirigida por Oriol Paulo, que ajudou na adaptação do roteiro, junto com Jordi Vallejo e Guillem Clua, a minissérie já começa de forma tumultuada e cada episódio se foca nas memórias de um dos personagens principais. 

Apesar de ver os comentários elogiando a série, confesso que comecei a assistir El Inocente sem muitas expectativas e mesmo sem saber se a adaptação é fiel ao livro, fiquei envolvido por cada segundo após o primeiro episódio e chocado com a teia sombria que conecta os personagens.

Bem escrito, o roteiro parece ter sido milimetricamente editado para despertar diferentes emoções e junto com as habilidades de atuação dos atores de personagens complexos, cria um universo fictício de efeito devastador, em que a qualquer segundo algo pode acontecer. Entre os atores que me surpreenderam na produção espanhola estão: Mario Casas, Aura Garrido, Alexandra Jiménez, Martina Gusman e Juana Acosta.

Para não revelar o que acontece na trama, vou evitar discutir um dos crimes principais explorados na minissérie, mas adianto que é um assunto de interesse público internacional, cada vez mais em destaque na mídia. Seja pelas histórias chocantes ou pela maneira que as atrizes deram a vida para as personagens, O Inocente dá vários socos no estômago e nos lembra o efeito em cadeia intoxicante do mundo do crime, destruindo vítimas de dentro para fora e, muitas vezes, saindo impunes pelo envolvimento de pessoas poderosas.

Em um mundo de vários jogos de gatos e ratos, no qual verdades e segredos se misturam, até onde você iria para provar sua inocência, mesmo sabendo que seria um tiro no escuro? O Inocente entretém e levanta várias questões universais sobre dilemas éticos e morais, como assassinatos não intencionais, a habilidade de perdoar, alimentar ressentimentos e/ou seguir em frente de perdas irreparáveis e situações traumáticas e, acima de tudo, sobre reaprender a amar e a viver.

Se você se interessou por O Inocente, pode gostar também de: Quem Matou Sara?

*Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

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