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Destaques

Resenha: Ed e Lorraine Warren: Vidas Eternas – Robert Curran e Jack & Janet Smurl

Entre o ceticismo e a curiosidade, as histórias de Ed e Lorraine Warren conquistaram pessoas de vários países graças às adaptações para filmes de terror inspiradas em casos investigados pelo casal de investigadores paranormais. Levando em conta o interesse dos leitores, a editora DarkSide Books publicou o livro Ed e Lorraine Warren:Vidas Eternas, escrito por Robert Curran que conta a experiência vivida por Jack e Janet Smurl. A obra foi lançada em 2019, com tradução de Eduardo Alves.


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Histórias como a da família Smurl, ainda que sejam questionáveis sobre o que teria realmente acontecido, quais partes foram aumentadas e/ou inventadas pela família, pelo escritor e/ou pelos próprios investigadores paranormais, deixam um gosto de nostalgia e também nos fazem pensar no sucesso de adaptações com temáticas semelhantes para o cinema.

A humanidade sempre tenta explicar o que não consegue entender. Divididos entre ficar em negação e se acostum…

Imprensa Brasileira: Censura desde os primórdios

Correio Braziliense - Primeiro jornal brasileiro
Para entender a importância da democracia para o jornalismo no Brasil é preciso voltar um pouco no tempo em uma época em que a liberdade de imprensa era ora inexiste, ora marcada por uma série de represálias.


No texto produzido pela Associação Nacional de Jornais (ANJ) “Imprensa Brasileira – Dois séculos de História” é relatada a história da imprensa brasileira, desde 1808, com o seu nascimento tardio até as dificuldades e limitações encontradas em fases repressivas como a da Era Vargas (1930-1945) e dos Governos Militares (1964-1984) que afetaram o desenvolvimento da atividade jornalística no Brasil.

A história do jornalismo brasileiro está relacionada à democracia desde o seu início, em que o jornal Correio Braziliense, por exemplo, que era produzido por Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça, lançado em 1808, era uma publicação livre de censura e escrita em língua portuguesa. Todavia, é preciso ressaltar alguns fatos, como o preço, o excesso de analfabetismo no Brasil e o fato dele ter sido editado em Londres, uma forma de burlar a censura. Também conhecido como Armazém Literário, o jornal foi publicado até dezembro de 1822. Um outro destaque do Correio Braziliense é que ele era feito para o público brasileiro e não para os europeus e estrangeiros que se mudavam para o país em busca de negociações e estabelecimento.

A corte real portuguesa influenciava bastante na censura dos jornais. Somente em 1824 o imperador D. Pedro I outorgou a primeira constituição brasileira e estabeleceu a liberdade de imprensa, porém com limitações, de forma que fosse possível algumas restrições e represálias. Para se ter noção de como a repressão era forte neste período, no texto são citados diversos homens que morreram por causa da falta de liberdade de imprensa.

[Continua...]

Leia também:

Imprensa Brasileira: Autoritarismo e ausência de liberdade de imprensa

Imprensa Brasileira: Repressão e tortura aos jornalistas



Regimes democráticos e imprensa

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