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Destaques

Antraz: Documentário da Netflix revela investigações feitas pelo FBI durante anos

Um pouco após os atentados terroristas contra as torres gêmeas, em Nova Iorque, Estados Unidos, no 11 de setembro de 2001, uma ameaça de antraz colocou as autoridades, como o FBI em alerta, e espalhou pânico nos norte-americanos devido à facilidade de se espalhar sem as pessoas saberem.  Dirigido e roteirizado por Dan Krauss e produzido pela Netflix e pela BBC, 21 anos após o ataque e o primeiro caso de circulação do antraz, o documentário Antraz: EUA Sob Ataque (The Anthrax Attacks) leva o telespectador para as investigações do FBI que duraram anos. O que a princípio foi alvo de muita pressão para a solução do caso, principalmente pelo medo dos norte-americanos do esporo da bactéria continuar se espalhando pelas cartas e fazendo mais pessoas adoecerem e/ou morrerem, logo foi caindo no esquecimento conforme as investigações desenrolavam fora dos holofotes.  Com a proximidade do caso do ataque às torres gêmeas, à primeira vista, o pânico generalizado fez com quem os norte-americanos

Imprensa Brasileira: Repressão e tortura aos jornalistas

No documentário “Utopia e Barbárie” são mostrados alguns relatos de 1968, no Brasil, época em que o país estava sendo governado por militares e que a censura direta imperava, uma geração que lutou pela a liberdade e também sofreu bastante com a repressão. Talvez os novos jornalistas que não tenham feito parte desta época ou tenham conhecimento a respeito não saibam a importância da democracia para exercer a sua profissão. Hoje em dia esta censura está pouco relacionada ao governo, pois a liberdade está garantida pela Constituição, mas ainda acontece de forma implícita ou até mesmo explícita de acordo com os interesses comerciais e políticos dos donos das empresas jornalísticas.


Sem a democracia, como pode o jornalista exercer sua função de forma livre e provocar debates públicos? Na época em que o Brasil passava por períodos de censura, o jornalismo perdeu o foco político e deu destaque para a economia. Como pode o jornalista contribuir com a eleição de representantes em um governo autoritarista?

Escrito por Daniel Trevisan Samways, o artigo “Censura à imprensa e a busca de legitimidade no regime militar” discute à questão da censura à imprensa no regime militar brasileiro, nos anos de 1964 a 1985. “Tal controle tinha por objetivo impedir que críticas ao governo, aos atos institucionais e a tudo aquilo que, de certa forma, iria contra os interesses dos militares fosse noticiado pela imprensa”, explica o autor.

Samways comenta no artigo que o propósito dos militares era passar uma imagem positiva da nação, livre de atos arbitrários, em que só uma verdade era permitida, a deles. A ação do governo militar impediu que a população ficasse sabendo à respeito dos atos repressivos, autoritários e violentos praticados e dos desaparecimentos. O AI-5 foi extinto somente em 1978. O autor ressalta que durante esta época diversos veículos de informação não conseguiram se manterem financeiramente, por conta da impossibilidade de circularem com um número elevado de matérias cortadas ou vetadas e conseqüentes prejuízos financeiros.


 
[Continua...]
 
Leia também:
 
Imprensa Brasileira: Autoritarismo e ausência de liberdade de imprensa
 
Imprensa Brasileira: Censura desde os primórdios

Regimes democráticos e imprensa

Comentários

  1. Ben, antes os jornalistas eram muito menos comprados que hoje, muita notícia boa é deixada de ser publicada... Aí abrimos a página inicial da internet e aparecem umas notícias "Uoow" do tipo: Fulana de tal falou que bebe leite antes de dormir. É deprimente! Eu sempre tive vontade de seguir a carreira, mas não ia agüentar trabalhar com gente assim. E a tal campanha Lula vai se tratar no SUS? Esses dias me sai na Veja uma reportagem dizendo que as pessoas que apóiam têm preconceito, porque o Lula veio de uma origem pobre e quer dizer que não precisa gastar dinheiro com convenio. Mas caramba, o cara disse que os hospitais públicos no Brasil eram os melhores! – Queria saber quanto pagaram para escreverem uma babaquice dessas.

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