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Destaques

Autismo: Entre fofocas e intrigas

Aviso aos bonitos e bonitas que sempre jogam meu nome e dos colegas nos grupos de Facebook e WhatsApp: alguém de vocês sempre solta algo e de um jeito ou de outro, chega até mim.


Minha dica é: quer falar mal? Fala à vontade. Se quiser, eu falo junto. Não tenho vergonha de fazer autocrítica, aliás, recomendo a todos.

Agora, se me difamar e/ou queimar minha reputação, o bicho pega.

Nesta página, não trabalho com indiretas. Só com diretas mesmo.

Já disse que nem todo autista é bonzinho, né? 😈

Dica para os anjinhos e neurotípicos: Arranjem hobbies e outros hiperfocos, ocupem a cabeça com outras coisas que não sejam só esse mundinho de intrigas do autismo.

Um grande filósofo pós-moderno, Benstein Oliveira disse que a fofoca viaja à velocidade da luz e que ela vem de todos cantos e cores do autismo. Nem WhatsApp eu uso, mas as conversas de lá sempre chegam aqui. Por que será, gente?

Formado em Harvard na arte das fofocas chegarem até mim. Parece que sou ímã para embuste.

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O Gato Preto: Assista ao curta de animação baseado no conto de Edgar Allan Poe

Vít Přibyla e Noemi Valentíny, do canal do Youtube do estúdio Toys In The Attic, criaram um curta de animação com bonecos, usando a técnica do stop-motion, inspirado em um dos contos mais populares do escritor Edgar Allan Poe: O Gato Preto (The Black Cat). O vídeo de 9 minutos e 33 segundos captou a atmosfera sombria da narrativa por meio das imagens, da trilha sonora e efeitos.
Curta feito com bonecos retrata a atmosfera gótica de O Gato Preto. Foto: Reprodução / Youtube.

O curta é bem fiel ao conto e mostra um homem perturbado que se incomoda com o gato Plutão. De um gentil e amante de animais que era feliz com sua esposa até um alcoólatra, o protagonista se torna violento, principalmente quando o gato o arranha sem querer.

"Quem não, uma centena de vezes, se encontrou cometendo uma ação perversa ou estúpida por nenhuma razão que não fosse porque ele não poderia fazer?"trecho de O Gato Preto (Edgar Allan Poe).

Com raiva de Plutão, o protagonista arranca um dos olhos da criatura e, eventualmente, o enforca. No clima de melancolia, o homem continua bebendo e outro gato bastante semelhante a Plutão o segue até em casa.

Em uma tentativa de parar o homem de matar o novo gato, a esposa é quem se torna vítima, sendo assassinada a machadadas. O homem esconde o corpo dela atrás de uma parede. Quando a polícia visita a casa do protagonista, ele quase se safa do crime, até que o miado do gato alerta para algo escondido atrás da parede.

"A fúria de um demônio instantaneamente me possuiu. Eu não me conhecia mais. Minha alma original parecia, uma vez, voar para fora do meu corpo; e uma maldade diabólica, alimentada pelo gin, excitou cada fibra do meu organismo". trecho de O Gato Preto (Edgar Allan Poe).

Assista ao curta baseado no conto O Gato Preto, de Edgar Allan Poe: 


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