Chegou como uma tempestade, daquelas que não queriam ir embora. Fez o dia se tornar noite, causou apagão e deixou a incerteza de quando as coisas voltariam ao normal. Era só uma tempestade como qualquer outra ou era diferente? Já nem se lembrava mais, só sabia que entre as piores sensações estavam a de ficar sem energia elétrica. Não tinha medo do escuro. Mas também não achava a sensação mais agradável do mundo. Na teoria era uma ótima oportunidade para dormir bem. Na prática, a incerteza de quando as coisas iriam normalizar. Uma tempestade era como uma crise, tinha começo, meio e fim. As crises também passavam. As tempestades também passavam. Era na hora de dormir sem energia elétrica que não fazia ideia se o celular teria bateria suficiente para acorda-lo no dia seguinte. Era na insegurança que a crise parecia mais forte do que tinha sido. Era no silêncio que antecedia a chuva e a ventania que encontrava uma dose de paz. *Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo . Autor do...
Escrita Maldita: Fotografia capta essência do livro
O café é para acordar a alma, mas precisa ser bem escuro para combinar com o espírito. A tinta e o sangue se misturam pelas páginas. Rituais são importantes para a escrita e cada escritor tem suas manias. Com os personagens principais de Escrita Maldita, Daniel Luckman e Laurence Loud, não é tão diferente.
Em um universo de tantos livros, ser lido é um privilégio. Receber comentários e fotos de leitores é algo que me deixa bem feliz, especialmente quando as imagens conseguem captar a essência do livro. A blogueira literária Tatiane Carneiro de Souza acertou em cheio. Sou muito grato!
Se pudesse resumir em poucas palavras Escrita Maldita seria com esses elementos. Há uma circularidade no romance, seja em sua estrutura ou na simbologia. A linguagem e a trama estão entrelaçadas e abre a várias possibilidades de interpretação sobre o que acontece. Diante dos sonhos e das alucinações, da imaginação e das metáforas, o processo criativo do protagonista é alimentado por suas experiências e uma dose de metaficção.
A história se alimenta de si mesma e ganha vida de forma que os personagens se humanizam diante de seus vícios e virtudes e de suas limitações. A linha entre os traumas, os transtornos mentais e o terror é tão tênue, que a relação entre causa e efeito não é tão linear como imaginamos.
“Comecei o ano de 2018 muito bem, a escrita do Ben é maravilhosa, o livro é intrigante e cheio de reviravoltas, quando estamos certos que esta acontecendo uma coisa o autor vai lá e nos mostra que não é aquilo. Me surpreendi com o final e recomendo muito”– Tatiane Carneiro de Souza
Escrita Maldita está entre os 100 livros de terror mais vendidos na Amazon Brasil. No momento, a versão impressa do livro está esgotada. Para quem gosta de ler no Kindle, seja leitor de eBooks ou aplicativo para celulares, tablets e computadores, Escrita Maldita pode ser lido por apenas R$ 5,99. Para quem assina o Kindle Unlimited, o livro também faz parte do acervo.
Para quem tem acompanhado minhas histórias no Wattpad, estou bem animado. Em 2018, O Círculo (Os Bruxos de São Cipriano Livro 1) deve completar 100 mil leituras. Essas pequenas vitórias me incentivam a continuar escrevendo.
Quem quiser ficar por dentro das minhas leituras, pode me acompanhar nas redes sociais.
*Ben Oliveira é escritor, blogueiro e jornalista por formação. É autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad.