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Destaques

Dose de poesia

Uma dose de poesia, às vezes, era tudo o que precisava para levar o dia. Tomava uma dose, mesmo sem saber sobre o que viria pela frente, gostava de se deixar surpreender pelo texto. Em dias mais tristes, encontrava certo conforto na poesia. Já nos dias mais felizes, encontrava uma certa dose de validação. O silêncio também poderia ser poesia. E havia certa beleza em desfrutar da paz. Era em dias barulhentos que mais valorizávamos o silêncio. Continuava se alimentando de letras, na esperança de produzir novas histórias e manter o fluxo de palavras livre. A cada poesia que lia era como se alimentar de uma colherada de uma sopa de letrinhas. Não sabia explicar o como, mas encontrava conforto para o espírito. A cada texto lido, algo se mudava dentro de mim e a pessoa que lia vai se transformando. Bastava uma dose de poesia.  *Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo . Autor do livro de terror  Escritpa Maldita , p ublicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bru...

Não Tire a Máscara, Tire Bolsonaro: O Negacionismo e o Caos como Política

Nos Estados Unidos, Donald Trump só venceu as eleições porque fez um lobby, pagou fake news e contou com ajuda internacional para hackear a opositora Hillary Clinton, ajudando a espalhar milhares de mentiras na internet. 

O que ele tem em comum com Bolsonaro? Ambos se pintam como nacionalistas, mas não têm o mínimo respeito pelos seus países. Usando de estratégias de Desinformação. Além disso, foi Trump que ajudou a espalhar que vacinas causam autismo e também recomendou a Cloroquina. Coincidência? Não.

Um dos ex-estrategistas do Trump, Roger Stone mente compulsivamente, pois acredita que política é um jogo. No Brasil, Bolsonaro é assessorado paralelamente, o que já está sendo investigado pela CPI da Pandemia.

Típico dos regimes de Extrema-Direita, que manipulam a população, assim como Trump causou danos à democracia e mais de 400 pessoas foram investigadas pela Invasão ao Capitólio, semanalmente Bolsonaro planta a ideia de que se perder as eleições, é porque foram roubadas. Esta semana, no Peru, aconteceu o mesmo, a filha do ex-ditador do país perdeu as eleições e não quis aceitar.

Para tentar recuperar a popularidade perdida, faz promessas impossíveis e incentiva ações que podem aumentar o número de mortes. Aparentemente, 500 mil mortes não são o suficiente, para um presidente que negou ofertas de vacinas de VÁRIAS empresas. 

O Brasil poderia ter sido um dos primeiros países do mundo a vacinar e ser vitrine para o mundo, em vez disso, se tornou uma vergonha mundial. 

Brasileiro que não lê notícias internacionais merece o governo que tem. #ForaBolsonaro


*Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

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