Quase completando 11 meses sem fumar cigarro, se dera conta de que um dia parecia impossível, havia se tornado real. E faltava tão pouco para completar o primeiro ano sem cigarro. Estaria mentindo se dissesse que vez ou outra não sentia uma vontade súbita de fumar cigarro, mas se sentia no controle da situação e era capaz de dizer não. Dizer não se tornava cada vez mais fácil com o passar do tempo. Mas era ilusão achar que nunca mais seria tomado pela vontade. A diferença era que agora era muito mais fácil se negar. Dizer não ao cigarro significava dizer sim para outras coisas. Parar de negar o quanto fumar fazia mal à saúde e aceitar que por mais difícil que fosse se manter longe do cigarro, os benefícios valiam a pena. Então, era um dia qualquer para os outros, mas para quem havia parado de fumar, celebrar esses pequenos passos fazia toda diferença. Só mais um dia sem fumar cigarro. Só mais um dia para ignorar os pensamentos de que não ia conseguir. Só mais um dia provando que era ca...
A Diferença Invisível: O livro abriu meus olhos para o espectro autista
Esta semana me perguntaram se eu já li A Diferença Invisível. Foi um dos livros que me fez perceber que estava no espectro autista (Síndrome de Asperger).
Se eu não tivesse lido, provavelmente jamais iria descobrir. Existem inúmeros profissionais desatualizados no Brasil e em diferentes países, existem muitas pessoas passando informações erradas e falsas sobre autismo e por aí vai.
Eu já tinha lido o livro antes.
Este texto foi escrito em abril de 2018. Nesta época, eu comprei meu próprio exemplar do livro e estava relendo o livro.
Como o texto é antigo, a linguagem pode estar inadequada = Eu não vou editar. Acostume-se. As pessoas se constroem e desconstroem ao longo da vida.
*Ben Oliveira é escritor, blogueiro e jornalista por formação. É autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1)e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.