Quase completando 11 meses sem fumar cigarro, se dera conta de que um dia parecia impossível, havia se tornado real. E faltava tão pouco para completar o primeiro ano sem cigarro. Estaria mentindo se dissesse que vez ou outra não sentia uma vontade súbita de fumar cigarro, mas se sentia no controle da situação e era capaz de dizer não. Dizer não se tornava cada vez mais fácil com o passar do tempo. Mas era ilusão achar que nunca mais seria tomado pela vontade. A diferença era que agora era muito mais fácil se negar. Dizer não ao cigarro significava dizer sim para outras coisas. Parar de negar o quanto fumar fazia mal à saúde e aceitar que por mais difícil que fosse se manter longe do cigarro, os benefícios valiam a pena. Então, era um dia qualquer para os outros, mas para quem havia parado de fumar, celebrar esses pequenos passos fazia toda diferença. Só mais um dia sem fumar cigarro. Só mais um dia para ignorar os pensamentos de que não ia conseguir. Só mais um dia provando que era ca...
Quarentena: Indicações de Livros para Ler e Refletir nos dias de isolamento
Aproveitando que a rua está relativamente silenciosa, gravei um vídeo com indicações de leitura para a quarentena. Sei que é um período que não está sendo fácil para muitos, com muita irritação, ansiedade, estresse, tédio e por aí vai, mas vale a pena pensar nos profissionais de saúde e outras áreas que estão dando o melhor nessa época e estão se sacrificando pelo bem coletivo.
Pensando um pouco no que tem acontecido no país nos últimos tempos, é impossível não refletir sobre comportamento humano, ética, psicologia, saúde pública e por aí vai. Como escritor, jornalista por formação e alguém com Síndrome de Asperger (espectro autista), adoro observar padrões, especialmente quando envolvem o meu interesse específico (hiperfoco).
Se fizer um teste de compreensão e interpretação textual nos eleitores do Bolsonaro, aposto que os resultados serão reveladores.
Daria um ótimo estudo de caso sobre neurociências, educação e dissonância cognitiva e a importância das intervenções neuropsicopedagógicas desde a infãncia.
Em outras palavras, a educação falha e dificuldades de aprendizagem/transtornos de aprendizagem não-diagnosticados podem causar prejuízos que extrapolam o nível individual e afetam o coletivo, sendo o cenário perfeito para o florescimento do fanatismo político/religioso e lavagem cerebral, prato cheio para indivíduos psicopatas, especialmente políticos, como Bolsonaro.
Fica dica aos pesquisadores! Daria uma pesquisa multidisciplinar bem bacana: Letras, Psicologia, Pedagogia, Ciências Sociais, Filosofia etc.
Assista ao vídeo com Indicações de Livros para Ler e Refletir nos Dias de Isolamento:
Algumas considerações aleatórias...
Assassinos em série (Serial killers) podem ser classificados de várias maneiras, entre elas: Organizados (Inteligentes) e Desorganizados (Geralmente com transtornos).
Alguns são inteligentes a ponto de esconder seus traços, outros deixam rastros pelo caminho.
Também podem ser classificados pela personalidade, entre elas, aqueles que se acham deuses (Messiânicos).
Às vezes, você elege um deles e não sabe.
De nada.
Este é o meu TED Talks. PS: Aos que têm dificuldade de compreensão, psicopata não é só aquele que mata, mas que causa dano e não sente empatia ou remorso. Discursos também matam.
Vou listar aqui os livros citados no vídeo/mostrados na foto para quem quiser ler:
Sobre o autor – Ben Oliveira foi diagnosticado autista (Síndrome de Asperger) aos 29 anos, é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.