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Destaques

Marcel Proust e sua devoção pelos livros

Para o escritor francês Marcel Proust, a relação com os livros era como uma amizade. Enquanto algumas pessoas veem a leitura como perda de tempo, para o autor, era exatamente o contrário; sua infância foi vivida de forma plena na companhia dos seus livros preferidos.

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"Enquanto a leitura for para nós a iniciadora cujas chaves mágicas abrem no fundo de nós mesmos a porta de moradas em que não conseguiríamos penetrar, seu papel em nossa vida será salutar"– Marcel Proust, Sobre a Leitura
Sobre a Leitura é um livro que traz um prefácio de Marcel Proust escrito para o livro Sésame et les Lyz, do escritor e crítico de arte britânico John Ruskin, em 1905, além de trazer uma entrevista com Céleste Albaret para a jornalista Sonia Nolasco-Ferreira, publicada originalmente na revista 80, em 1983. Céleste cuidou do escritor e sua casa durante dez anos, até sua morte. No Brasil, a obra foi publicada pela L&PM Pock…

Inovações no Jornalismo: Mídias Sociais e Novos Suportes

O casal de jornalistas Cleidson Lima e Janaína Ivo ministrou uma palestra sobre Inovação no Jornalismo: Mídias Sociais e Novos Suportes, na Manhã Cultural desta terça-feira, 26 de novembro de 2013, na Universidade Católica Dom Bosco (UCDB), em Campo Grande (MS).

Jornalistas Cleidson Lima e Janaína Ivo mostraram as possibilidades para se fazer jornalismo com
as novas tecnologias. Foto: Cristina Ramos.

Especialista em Comunicação Empresarial, Janaína comentou que o Jornalismo do Futuro nas grandes empresas de comunicação está passando por um processo de convergência. Neste novo cenário, o jornalista precisa estar preparado, já que segundo a palestrante, cada vez mais pessoas possuem acesso à internet no Brasil.

Com este aumento de usuários, Janaína Ivo apresentou um dado sobre 1 bilhão de usuários no mundo participarem de alguma rede social. Usando como referência essa informação, a palestrante questionou se é possível fazer Jornalismo nas Redes Sociais. “Os usuários têm buscado informação no Twitter, Facebook e Google. O Facebook pode ser sim um novo suporte para o jornalismo”, afirmou.

Na comunicação digital são levados em conta pontos como a interatividade, instantaneidade e multimidialidade. A jornalista explicou que se o jornalista entender as particularidades do meio digital ele pode se orientar e orientar os seus clientes. “Hoje eu posso não só criar campanhas promocionais para o Facebook, como também manter informado o público e os próprios jornalistas”, justifica. Com as empresas presentes nas mídias sociais, Janaína ensina que é necessário as corporações estarem dispostas a conversarem, se abriram este canal de comunicação, caso contrário é melhor nem criar um perfil.

Especialista em Tecnologia e jornalista do Correio do Estado, Cleidson Lima abordou alguns avanços tecnológicos da década de 60 que fizeram os profissionais da comunicação pensarem na necessidade de adequar sua forma de produção, como o jornal em microfilme, fitas magnéticas e revistas impressas com áudio.

“As pessoas não estão lendo ou mudaram de plataforma?”, propõe a reflexão. Mesmo com a evolução tecnológica, o especialista deu como exemplo um jornal do Japão em que aumentou a sua produção, contrastando com a realidade de outros países em que as pesquisas apontam que as tiragens dos jornais impressos estão diminuindo. “Não se trata somente da tecnologia, mas do hábito de leitura e da cultura”, justifica Cleidson Lima.

Quando se questionou sobre as pessoas estarem assistindo televisão ou não, o jornalista argumentou que muitos dos recursos da televisão são usados na internet, com a diferença de que no segundo meio há mais recursos para interação, logo mesmo assistindo pelo computador ou celular não deixa de ser conteúdo televisivo.

Entre muitas possibilidades, Cleidson Lima contou que não é preciso achar que um meio de comunicação vai eliminar o outro, pois é algo que sempre acontece em um cenário de transformações. “Comecem a enxergar a profissão de vocês não pelos meios que vocês têm hoje, mas pelos que vão ter no futuro”, aconselha. Entre os exemplos dados estão o Google Glass e o Newsgaming – “é a forma de você fazer jornalismo em forma de games”, definiu o especialista que também é fanático por videogames. Cleidson deu como exemplo de Newsgaming o Warco, um jogo que está sendo desenvolvido para tornar jornalistas correspondentes de guerra.





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