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Destaques

The Good Detective: Série coreana policial sobre antigo caso e a busca pela verdade

The Good Detective é uma série coreana policial que aborda um caso antigo, cujo julgamento levou à sentença de condenação de morte do acusado. Um detetive novato no departamento e um veterano se juntam para descobrir se aconteceram falhas nas investigações policiais. A série está disponível na Netflix . Com 16 episódios em sua primeira temporada, três personagens se destacam: o detetive que participou da investigação do caso, Kang Do Chang (Son Hyeon-ju) , o jovem detetive Oh Ji Hyuk (Seung-jo Jang) e a jornalista investigativa Jin Seo Kyung (Elliya Le) . Quando um novo caso de um suposto assassino confesso da filha do homem condenado ganha a atenção da mídia, muitas dúvidas pairam no ar sobre as motivações e os possíveis envolvidos, fazendo com que os detetives discretamente se aprofundassem nas investigações, mesmo sabendo que poderiam prejudicar as próprias carreiras. Kang é movido pela consciência pesada de ter sido parte do caso do condenado possivelmente inocente sofrer pena de

Pandemia: Postura de Bolsonaro e problemas nos contratos das vacinas aumentaram rejeição ao presidente

A CPI da Pandemia tem pautado discussões nas redes sociais e as informações descobertas nas investigações estão presentes quase que diariamente na imprensa nacional e chegou a veículos internacionais, especialmente porque os contratos irregulares de vacinas são fechados com empresas de outros países, como a Covaxin, que é da Índia. 

Diante de suspeitas de corrupção e escândalos, o presidente Jair Bolsonaro que está sendo investigado por prevaricação tem tentado passar a imagem de que não está se importando. Nesta quinta-feira, 8 de julho de 2021, senadores da CPI da Pandemia protocolaram uma carta ao presidente, para que ele explicasse as denúncias feitas pelo deputado Luis Miranda, que levou até ele as possíveis irregularidades no contrato de vacina Covaxin.

Em sua live semanal, Bolsonaro mencionou sobre o episódio e respondeu: “Caguei para a CPI. Não vou responder nada”. Uma postura completamente diferente da que se espera de um presidente. Parte do Brasil sabia que seria assim, enquanto outra parte quis pagar para ver.

Embora Bolsonaro tente ignorar, a CPI da Pandemia, o atraso na vacinação e quantidade insuficiente de vacinas, as investigações e suspeitas de corrupção, bem como todas mudanças no Ministério da Saúde e funcionários exonerados têm aumentado sua rejeição. 

Desde o início do mandato, o Datafolha tem feito pesquisas sobre o presidente Bolsonaro e a pesquisa mais recente divulgada hoje revelou que ele bateu o recorde de rejeição: 51% avaliaram como péssimo ou ruim, enquanto somente 24% consideram ótimo ou bom e 24% consideram regular e 1% não soube responder.

Além disso, a pesquisa do Datafolha revelou que a maioria o considera um presidente despreparado, desonesto, incompetente, falso, pouco inteligente e autoritário, características que não combinam com o cargo público mais importante do país.

Hoje, a depoente da CPI da Pandemia, a ex-coordenadora do PNI do Ministério da Saúde Francieli Fantinato contou que deixou o cargo no início do mês, alegando que houve politização da vacinação. Ela comentou que o Programa Nacional de Imunizações não deu certo porque faltaram vacinas e também alegou a falta de uma campanha publicitária de vacinação. 

Francieli também ressaltou que por dúvidas à vacinação atrapalha o Programa de Imunização, algo que Bolsonaro fez inúmeras vezes em declarações públicas, mas ela lembrou que deveria ser evitado independente do cargo. Outro ponto levantado e preocupante foi de que Elcio Franco teria sugerido a remoção de presos do grupo prioritário de vacinação. Senadores lembraram que além de colocar a vida deles em risco, a decisão também não leva em conta as famílias que visitam os detentos.

Conforme as investigações da CPI da Pandemia avançam, além da identificação das ações e omissões do governo federal, também fica claro que funcionários tinham dificuldade para exercer suas funções, pois sempre tinha alguém em nível hierárquico maior fazendo intervenções – seja por negacionismo ou por intenções financeiras que podem ser caracterizadas como criminais.

Em um Brasil que sempre foi exemplo de imunização, a narrativa de que não vacinamos o suficiente por falta de vacinas não cola, quando vários contratos foram negados diversas vezes e até os dias atuais Bolsonaro continua espalhando inverdades sobre a pandemia aos setes ventos. 

Logo, além de ter atrapalhado a aquisição das vacinas, por meio de estratégias de desinformação, Bolsonaro que deveria incentivar a vacinação como autoridade, só aumenta as dúvidas das pessoas que já tinham alguma resistência, fazendo com que a pandemia se prolongue.

Leia também: Prometo Pausar: Campanha da ONU incentiva o combate à desinformação e compartilhamento responsável 

*Ben Oliveira é escritor, formado em jornalismo. Autor do livro de terror Escrita Maldita, publicado na Amazon e dos livros de fantasia jovem Os Bruxos de São Cipriano: O Círculo (Vol.1) e O Livro (Vol. 2), disponíveis no Wattpad e na loja Kindle.

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