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Destaques

The Good Detective: Série coreana policial sobre antigo caso e a busca pela verdade

The Good Detective é uma série coreana policial que aborda um caso antigo, cujo julgamento levou à sentença de condenação de morte do acusado. Um detetive novato no departamento e um veterano se juntam para descobrir se aconteceram falhas nas investigações policiais. A série está disponível na Netflix . Com 16 episódios em sua primeira temporada, três personagens se destacam: o detetive que participou da investigação do caso, Kang Do Chang (Son Hyeon-ju) , o jovem detetive Oh Ji Hyuk (Seung-jo Jang) e a jornalista investigativa Jin Seo Kyung (Elliya Le) . Quando um novo caso de um suposto assassino confesso da filha do homem condenado ganha a atenção da mídia, muitas dúvidas pairam no ar sobre as motivações e os possíveis envolvidos, fazendo com que os detetives discretamente se aprofundassem nas investigações, mesmo sabendo que poderiam prejudicar as próprias carreiras. Kang é movido pela consciência pesada de ter sido parte do caso do condenado possivelmente inocente sofrer pena de

Teorias do Jornalismo: Teoria do Agendamento

A Teoria do Agendamento, também conhecida como Agenda-Setting, está relacionada aos meios de comunicação de massa e a publicação, com ênfase, de assuntos, que acabam influenciando a população, tornando-se tema de conversas e atitudes da sociedade.

Há mais de 300 anos o pesquisador alemão Tobias Peucer já estudava o jornalismo, a ética, os critérios de noticiabilidade e o papel da imprensa. Peucer é considerado progenitor das teorias do jornalismo e naquela época relatava como a imprensa influenciava a sociedade. Todavia, a formulação da teoria do Agenda-Setting aconteceu somente na década de 70, com os norte-americanos Maxwell McCombs e Donald Shaw, com a publicação de um artigo que analisava como a mídia é capaz de agendar temas que geram debates e tornam-se presentes na formação da opinião pública. Ainda de acordo com os teóricos, existe uma correlação entre agenda midiática, agenda pública e agenda política: a agenda midiática é a responsável pela criação das pautas; A agenda pública sobre questões de relevância para o público; A agenda política abrange questões políticas.

Funcionalista, a teoria tem como objeto de estudo a mensagem na comunicação, principalmente as mídias ou meios de comunicação de massa, como os jornais, as revistas, o rádio, a televisão e a Internet. As funções são valorizadas, cada parte do processo possibilita a existência de um todo, por isto funcionalista. Por meio de pesquisas realizadas, um dos teóricos do agenda-setting, Maxwell McCombs dá como exemplo de como o Agendamento funciona e pode ser observado na questão política: quando os políticos debatem sobre o que está em destaque na mídia ou quando a mídia influencia os resultados das eleições.

Nelson Traquina argumenta em seu livro “Teorias do Jornalismo - Volume 1: Porque as notícias são como são” que os jornalistas fabricam a opinião pública, em vez de expressá-la, pois nem sempre o que é transmitido pela mídia é o que faz parte dos assuntos da sociedade. A influência dos veículos de comunicação de massa é tão grande que a população passa a discutir e opinar de acordo com o contexto midiático, muitas vezes, mergulhado no sensacionalismo, como por exemplo, os atentados ao World Trade Center em setembro de 2001, o caso dos mineiros chilenos que foram soterrados em agosto de 2010 e o casamento real britânico em abril de 2011.

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