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Destaques

Autismo: Responsabilidade e experiência como moderador de grupo

Quando eu fui moderador de um grupo de autismo com milhares de pessoas (mais de 18 mil, se não estou enganado, sem falar as centenas de solicitações em espera), eu removia comentários e posts sobre tratamentos falsos e pessoas tentando promover eventos DUVIDOSOS de autismo (existem muitos).


Não importava se estava escrito nas regras, um post ou outro sempre passava, porque nem todo mundo tinha a mesma compreensão sobre pseudotratamentos e autismo e um dos moderadores sempre liberava.

Todo moderador/administrador tem responsabilidade sobre o que acontece dentro de um grupo, página, blog, que seja.

Eu e a Rivotrip​ chegamos a bater boca com anti-vacinas na madrugada. Fomos os últimos moderadores autistas do grupo. O resto era familiar.

Se no seu grupo passam vários podres e você não está moderando, você pode se sujar junto. É algo que vai além da imagem e credibilidade, especialmente quando se tratam de tratamentos proibidos e perigosos.

Mais consciência e responsabilidade.

Para as pess…

Teorias do Jornalismo: Teoria do Agendamento

A Teoria do Agendamento, também conhecida como Agenda-Setting, está relacionada aos meios de comunicação de massa e a publicação, com ênfase, de assuntos, que acabam influenciando a população, tornando-se tema de conversas e atitudes da sociedade.

Há mais de 300 anos o pesquisador alemão Tobias Peucer já estudava o jornalismo, a ética, os critérios de noticiabilidade e o papel da imprensa. Peucer é considerado progenitor das teorias do jornalismo e naquela época relatava como a imprensa influenciava a sociedade. Todavia, a formulação da teoria do Agenda-Setting aconteceu somente na década de 70, com os norte-americanos Maxwell McCombs e Donald Shaw, com a publicação de um artigo que analisava como a mídia é capaz de agendar temas que geram debates e tornam-se presentes na formação da opinião pública. Ainda de acordo com os teóricos, existe uma correlação entre agenda midiática, agenda pública e agenda política: a agenda midiática é a responsável pela criação das pautas; A agenda pública sobre questões de relevância para o público; A agenda política abrange questões políticas.

Funcionalista, a teoria tem como objeto de estudo a mensagem na comunicação, principalmente as mídias ou meios de comunicação de massa, como os jornais, as revistas, o rádio, a televisão e a Internet. As funções são valorizadas, cada parte do processo possibilita a existência de um todo, por isto funcionalista. Por meio de pesquisas realizadas, um dos teóricos do agenda-setting, Maxwell McCombs dá como exemplo de como o Agendamento funciona e pode ser observado na questão política: quando os políticos debatem sobre o que está em destaque na mídia ou quando a mídia influencia os resultados das eleições.

Nelson Traquina argumenta em seu livro “Teorias do Jornalismo - Volume 1: Porque as notícias são como são” que os jornalistas fabricam a opinião pública, em vez de expressá-la, pois nem sempre o que é transmitido pela mídia é o que faz parte dos assuntos da sociedade. A influência dos veículos de comunicação de massa é tão grande que a população passa a discutir e opinar de acordo com o contexto midiático, muitas vezes, mergulhado no sensacionalismo, como por exemplo, os atentados ao World Trade Center em setembro de 2001, o caso dos mineiros chilenos que foram soterrados em agosto de 2010 e o casamento real britânico em abril de 2011.

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