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Mostrando postagens de setembro, 2015

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Ressignificar dia após dia

A linha era tênue entre a verdade e a autoficção, mas a literatura era um espaço para criar e não tinha compromisso com a realidade. Como tinta invisível, personagens às vezes se misturam e podem confundir. Um personagem pode ser vários e a graça não está em descobrir quem é quem, mas de aproveitar a leitura. Escrever em blog poderia não ser a mesma coisa do que escrever um livro de ficção ou de memórias, mas a verdade era que acabava servindo para as duas coisas. Às vezes o passado estava no passado. Às vezes o presente apontava para o futuro. Mas nunca dá para saber sobre quem se está escrevendo e há beleza nisso. A beleza de que personagens não eram pessoas, de que não precisava contar a verdade sempre, que às vezes quatro personagens poderiam se tornar um. Saber quem é quem parecia o menos importante, mas apreciar a beleza das entrelinhas. Ia escrevendo como uma forma de esvaziar a mente e o coração, sentindo o corpo mais leve. Escrevia e continuaria escrevendo sempre que sentisse ...

Novidade: Leon – Felipe Sales Mariotto

Resenha: Morangos Azuis – Estevam Von Claus

Resenha: Sr. Villela: Meu Amigo Imaginário – H. H. Luminato

Próximas Leituras: Dose Dupla de Literatura Gay da Metanoia Editora

Novidade: O Pingente de Sangue: As Lendas do Oriente – Leonardo Ottonelli

Novidade: Contos dos Deuses – Coletânea com personagens da mitologia grega

Resenha: Max Perkins: Um Editor de Gênios – A. Scott Berg

Conexão Literatura: Confira a 3ª edição da revista literária

Inglês: 5 Motivos para Você Assistir às Palestras do TED

Resenha: Sobre a Escrita – Stephen King

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