quinta-feira, 9 de junho de 2016

Entrevista: Karina Dias, livros de temática lésbica e a representatividade LGBT na literatura

Quase dois anos... Foi o tempo que levou para que Karina Dias voltasse a publicar, após o período de luto por sua esposa que faleceu e também para que essa entrevista fosse respondida, originalmente programada para 2014, infelizmente, data que coincidiu com a semana em que tudo aconteceu. Fiz poucas alterações nas perguntas e acrescentei outras para discutirmos um pouco sobre o seu novo livro Sem Destino, publicado pela Editora Metanoia, em 2016, que será lançado oficialmente neste mês de junho de 2016. [Confira informações sobre o lançamento de Sem Destino, da escritora Karina Dias]

Karina Dias é o pseudônimo adotado pela jornalista Eliana Natividade. Nascida no Rio de Janeiro, atualmente ela vive em São Paulo. A premiada escritora de literatura homoafetiva é autora dos livros Aquele Dia Junto Ao Mar e Diário de uma Garota Atrevida (publicados pela extinta editora Brejeira Malagueta), As Rosas e a Revolução e do seu recente livro de poesias e contos, Sem Destino.

Escritora Karina Dias

Durante a entrevista, Karina Dias falou sobre os seus livros de temática lésbica – e adiantou algumas novidades sobre Sem Destino –, sobre como foi continuar escrevendo após perder Paula, sua esposa, sobre o seu processo de criação literária e a importância da literatura com temática LGBT e a representatividade de personagens lésbicas e casais homossexuais nos universos literário e cultural.

Confira abaixo a entrevista com Karina Dias, autora de obras literárias com temática lésbica:


Ben Oliveira: Quais foram os motivos que te levaram a adotar o pseudônimo Karina Dias? Desde quando começou a usá-lo?

Karina Dias: Quando comecei a escrever na internet, no final de 2007, percebi que as pessoas (a maioria) usava pseudônimo. Eu achei o máximo, pois nunca gostei muito do meu nome. Foi por isso que adotei Karina Dias. Karina porque é um nome que gosto e Dias, por causa de um jogador do Vasco (que jogava no clube na época) que se chama Alex Dias. Rs...

Ben Oliveira: Em 2011, você teve o conto Al Encuentro del Amor publicado na primeira antologia lésbica da América Latina, Voces para Lilith. Como foi a experiência de participar do livro, como uma das escritoras lésbicas brasileiras selecionadas?

Karina Dias: Foi muito especial pela importância de proporcionar mais visibilidade às lésbicas brasileiras. Imaginar que uma história nossa foi traduzida para o espanhol e vai chegar a várias leitoras da América Latina é gratificante demais. Uma vitória não só para mim, mas para tantas autoras brasileiras que estão na luta contra o preconceito sexual.

Ben Oliveira: Depois de perder sua esposa e de um período de quase dois anos, agora você está publicando seu novo livro Sem Destino. Como foi o processo de escrever poesias e contos inspirados em vocês duas?

Karina Dias: Foi muito difícil. Eu ainda passo por um momento bastante complicado (emocionalmente). Quando a Paula faleceu, levou com ela todos os nossos sonhos, não me sobrou nada além da saudade e a saudade, nesse caso, foi bem vilã, pois fomos muito felizes. Eu só tinha coisa boa pra lembrar e, saber que jamais viveria ao lado dela novamente, era uma tortura. Não conseguia, sequer respirar sem estar ao lado dela. Depois de semanas, ora trancada dentro de casa, ora no Rio com minha família para tentar fugir da minha realidade,(em depressão), meu grande amigo e terapeuta prof. Danilo Panov entrou em contato comigo e ofereceu ajuda (eu precisava muito de ajuda). Quando começamos a terapia ele pediu que eu escrevesse como forma de catarse. Foi doloroso demais. Escrevi a mão todas as poesias. Às vezes, nos primeiros dias, eu arremessava o caderno na janela do quarto... Depois, com o tempo, percebi que se alguém lesse o que eu estava escrevendo, poderia ajudar, mesmo que de forma mínima, quem tivesse passando pela dor que passei. Digo isso, pois conversar com pessoas que tinham passado pela mesma dor me causava pequenos momentos de alívio. Era quase uma terapia de grupo. Um apoio, um alento.

Ben Oliveira: O que seus leitores e leitoras podem esperar do seu novo livro?

Karina Dias: Gostaria primeiramente de dizer que a publicação deste livro foi possível pelo incentivo do Governo do Estado de São Paulo com a Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, através do ProAC 26/2015. Por isso, fiz um livro que está lindo e terei a possibilidade de vendê-lo por um preço menor do que custaria normalmente, devido a todo o custo de produção, que é alto. A última frase do livro é esta: “Sim, este livro é uma história de amor. Eterno enquanto possível, exatamente como as boas histórias reais...”.

É um livro verdadeiro. Uma história de amor que termina no “até que a morte nos separe”. Na primeira parte do livro eu conto um pouco de como conheci a Paula. Das sensações da paixão e de como resolvi deixar o trabalho, a família, o Rio e vir pra São Paulo. Não conta a nossa história toda, eu precisaria escrever uma trilogia para dar conta do que vivemos, mas passa a mensagem do quanto é importante viver intensamente o que o coração nos oferece. Dizer para quem amamos o quanto amamos (em palavras, mas, sobretudo, em gestos), porque quando a morte nos separa, o que sobre é isso. Saber que fizemos tudo o que podíamos fazer em benefício da felicidade em casal (isso serve para todo relacionamento que temos na vida, com nossos pais, irmãos, sobrinhos...). A vida passa muito rápido. Perder tempo com coisas pequenas só vai causar arrependimento lá na frente.
No livro, tem uma interação bem legal com os leitores. No final. Tem essas três frases e um espaço de folha de caderno para as pessoas escreverem:

FRASE 1 – “Você tem um grande amor? Então, não deixe para depois. Escreva aqui o que gostaria de dizer para essa pessoa especial e dê este livro de presente. Lembre-se, demonstrar amor nunca é demais.”

FRASE 2 – “Você ainda não tem um grande amor? Não se preocupe, você encontrará. Por isso, escreva nestas linhas como você idealiza o seu amor e tenha certeza que esta pessoa irá aparecer em sua vida. Quando ela chegar, entregue este livro e diga que você estava esperando por ela.”

FRASE 3 – “Você já tem um grande amor. Seus olhos brilham e o coração dispara só pela simples existência deste ser? Ainda é platônico? Que tal usar este espaço para escrever uma linda declaração de amor? Se arrisque! Solte a imaginação e o coração. Não deixe o tempo ou o medo esgotar a sua chance.”

Trecho livro Sem Destino, da escritora Karina Dias

Ben Oliveira: Seu primeiro livro publicado foi Aquele Dia Junto Ao Mar. De onde surgiu a ideia de escrever um romance voltado para lésbicas?

Karina Dias: Eu sempre li romances. Desde adolescente, só havia encontrado livros com histórias heterossexuais (curioso que não me tornei hétero por ter lido tantos romances entre homens e mulheres, não acha? Rs...). Um dia uma amiga me apresentou a um site do Terra que tinha somente romances de mulheres que amam outras mulheres. Fiquei maravilhada. Foi como abrir uma janela e avistar os meus iguais. Uma alegria. Comecei a ler e percebi que as coisas funcionavam ali de forma simples. Era democrático. Qualquer mulher poderia escrever. Me senti encorajada a desengavetar umas ideias. Minha primeira publicação foi “De repente é amor”. Teria apenas 3 capítulos, mas comecei a receber tantos e-mails falando bem da primeira postagem que resolvi dar mais vida às personagens. Depois escrevi “Simplesmente Irresistível”, “Quando o amor acontece” e “ Aquele dia junto ao mar”, que era “No ritmo do amor”. Comecei a escrever por prazer, depois percebi que as histórias eram muito importantes na questão da visibilidade lésbica, no combate ao preconceito e que ajudavam algumas mulheres na aceitação da condição sexual.

Ben Oliveira: Você descreveria a sua literatura como lésbica? Por quê?

Karina Dias: Eu gostaria de dizer apenas literatura, pois quando escrevo, penso nas minhas personagens inseridas no cotidiano. Simplesmente no cotidiano. Mas, talvez possamos dizer literatura lésbica, pois as “heroínas” são lésbicas e eu escrevo, principalmente, para que as mulheres lésbicas, como eu, tenham uma literatura que fale da nossa vida. Mostre que o cotidiano de mulheres que amam outras mulheres é igual a qualquer outro.

Ben Oliveira: A primeira impressão que eu tive ao ler seus livros foi que independente das personagens serem lésbicas, isto não impede a imersão na leitura e o envolvimento com seus protagonistas. Você acredita que a literatura pode ultrapassar essa barreira, independente do leitor 'ideal' e de identidade, orientação e gênero sexuais?

Karina Dias: Eu torço muito para que possamos, um dia, comprar um livro, simplesmente porque ele é bom, independente da sexualidade dos personagens. Que isso seja possível em outros meios culturais também, como em filmes, em novelas...

Ben Oliveira: Diário de uma garota atrevida foi narrado em primeira pessoa e por uma protagonista, desde sua adolescência até a fase adulta. Como foi o seu processo de entrar na pele da personagem mais nova que você e contar suas paixões, trapalhadas e memórias?

Karina Dias: Nossa! Foi bem divertido. Na verdade, eu tive uma adolescência bastante “aventureira” rs... Isso facilitou. Claro que na história a Mariana me põe no bolso... Rs...
 Tentei escrever uma história divertida. Mostrando as trapalhadas que ocorrem nessa fase da vida, mas sob o olhar de uma adolescente lésbica. Acho que funcionou. Até hoje colho bons comentários sobre este livro.

Ben Oliveira: Suas obras captam a essência da descoberta da própria homossexualidade, a luta contra a homofobia internalizada, as primeiras paixões, desafios, sofrimentos, nostalgias e vitórias. Em um mundo em que a orientação sexual é julgada como certa ou errada por grande parte da sociedade e pelas religiões, e muitos jovens gays, lésbicas e trans se suicidam semanalmente, como você acredita que os seus livros têm ajudado a esses leitores?

Karina Dias: Boa a sua pergunta. Principalmente nesse momento, em particular, em que estamos passando por uma onda conservadora hipócrita tão grande. Eu gosto muito de conversar com as pessoas que leem as minhas histórias. Acho bem importante saber o que elas estão pensando. Assim, percebo que escrever literatura homossexual é importante na questão da visibilidade. Dizer que nós existimos e vivemos como qualquer cidadão. Desta forma, quem nos lê cria uma empatia com a história e a intensão é desmistificar alguns preconceitos, pois as personagens são retratadas como pessoas comuns, nem melhores, nem piores do que que ninguém. Têm medo, frustração, passam por dificuldades, perdas...

Ben Oliveira: Em seu romance As Rosas e a Revolução é possível perceber um salto enorme, tanto em contextualização histórica quanto nos conflitos dos personagens. Como foi o processo de pesquisar o período da ditadura militar no Brasil e escrever o seu terceiro romance?

Karina Dias: Nossa! Tenho um carinho especial por todas as minhas histórias, mas As Rosas e a Revolução foi uma imersão muito forte em um mundo que eu desconhecia. Passei mais de 5 anos pesquisando e minha vida mudou depois disso (continuo pesquisando a ditadura militar brasileira). Quando a gente se informa, principalmente sobre a nossa história, percebemos de forma mais clara as injustiças, os preconceitos... Por isso digo que este livro foi tão importante. Através dessa história eu consigo propor o pensamento de que ditaduras (de direita ou de esquerda) são péssimas para o povo, para um país, para a cidadania.

Autora Karina Dias

Ben Oliveira: Como foi o processo de criação da personagem Vilma Solano? Uma protagonista, sem dúvidas, inesquecível, com muitos conflitos, mas também com coragem para lutar pelo que acredita, pelo amor.

Karina Dias: Foi incrível. A Vilma nasceu em 2008. Foi sendo moldada em minha cabeça desde então. Eu pensei em construir uma personagem que, na medida em que fosse amadurecendo, enxergasse a vida por outra ótica. Nem forte demais, nem fraca demais, um ser humano simplesmente. Com dúvidas, certezas, alegrias, frustrações... Acredito que seja a construção natural da vida de alguém. Os anseios da juventude, as frustrações com as ideologias na fase adulta, as perdas... os riscos... Mas, sobretudo, o amor que resgata (acredito fielmente nisso, pois se houvesse mais amor no mundo, seriamos mais justos e felizes) a vida, a felicidade, a autoestima... Nos torna melhores. Foi o que aconteceu com ela na história, a falta de amor a deixou amarga, mas o amor a resgatou de todas as maneiras possíveis.

Ben Oliveira: Neste livro, o amor entre duas mulheres é abordado de forma clandestina, já que a protagonista se envolve com a mulher do seu amigo e também pela época em que a história se passa. Excitação e repressão se misturam neste relacionamento até o clímax. Qual foi o seu envolvimento emocional na hora de escrever essa relação tão gostosa e perturbada ao mesmo tempo?

Karina Dias: Foi um misto de sensações. Todas as vezes que eu escrevia um capítulo, saía da frente do computador com a sensação de ter uma tonelada nos ombros. Eu me doei muito nessa história. Queria que fosse, além de verossímil com a época retratada, uma trama que envolvesse para que as pessoas pudessem passear pelo período (importantíssimo da nossa história) de forma crítica, mas sobretudo, entendendo que o amor entre duas mulheres sempre existiu (independente da época). Ao longo do tempo, assumir, viver a relação, se tornou menos “clandestina”, mas continua complicada em alguns casos.

Ben Oliveira: Imagino que depois de tantos sofrimentos vivenciados por Vilma deve ter sido libertador o momento da resolução dos conflitos. Para mim, foi como lavar a alma. Como descreve essa sensação catártica de quando você está escrevendo e o personagem finalmente alcançou o que tanto desejava?

Karina Dias: É bom, pois a sensação é de missão cumprida, mas, ao mesmo tempo, bate aquela sensação de despedida. Como se eles pegassem um trem e acenassem da janela para mim. Agora estão crescidos e vão enfrentar o mundo sozinhos.

Ben Oliveira: Em 2014 você participou da coletânea Orgias Literárias da Tribo com o conto romântico Júlia e Sara. Qual é a importância do escritor participar de coletâneas e escrever outros gêneros literários? E como foi essa experiência?

Karina Dias: É muito importante. Em uma coletânea você tem a oportunidade (como autora) de ler histórias que talvez nunca leria, assim como os leitores. Percebi isso nos recados que recebi. Foi muito positivo. Não me esqueço de um rapaz que disse: “eu só lia literatura para gays, não sabia que um conto lésbico era tão legal”. Esse intercâmbio é muito satisfatório para a luta por visibilidade e combate ao preconceito. O Fabrício Viana, idealizador do livro, foi genial ao realizar essa coletânea. Quanto mais próximos estivermos, seremos mais fortes para defender um ao outro contra o preconceito.

Livros da autora Karina Dias

Ben Oliveira: Um dos papeis da literatura, além de entreter, é transformar o leitor e fazê-lo refletir sobre os problemas da sociedade. Como você acredita que a literatura pode contribuir para debater questões como a homofobia?

Karina Dias: Escrever literatura voltada para minorias é uma forma muito importante de militância. A literatura sempre desenvolveu o papel de retratar a sociedade em que vivemos. Além desse registro histórico, importantíssimo para a cultura, tem também a questão de propor reflexão ao leitor.

Ben Oliveira: Além de escritora, você trabalha como jornalista. Como as duas profissões estão relacionadas e a ajudam na hora de escrever seus livros?

Karina Dias: Ajuda bastante, pois como jornalista sou curiosa, gosto de ouvir as pessoas... nisso, a mente viaja entre vários cenários possíveis para serem retratados.

Ben Oliveira: Existe essa necessidade de rotular a literatura como LGBT? Qual é o desafio do escritor LGBT brasileiro para ver sua obra publicada e o principal, para que ela chegue até os leitores?

Karina Dias: Penso que, infelizmente ainda precisamos rotular. Por causa da invisibilidade. Tem gente que nem sabe que existem romances entre pessoas do mesmo sexo. Recebo e-mails de mulheres que relatam nunca terem lido antes uma história com protagonistas lésbicas. Enquanto esses relatos existirem, precisaremos rotular pela questão do acesso às obras. O desafio maior dos autores é encontrar editoras que publiquem as histórias.

Ben Oliveira: Como você avalia as produções literárias atuais voltadas para o público LGBT?

Karina Dias: Cada vez mais, mesmo que timidamente, as pessoas estão produzindo literatura LGBT. A evolução, eu penso que ocorre pelo viés do contexto histórico. Um exemplo, os conflitos estão em movimento. Antes, a personagem estava em crise porque queria casar, ter filhos... Achava que só era possível com um homem (mesmo que fossem infelizes no casamento). Hoje, as personagens se casam, têm filhos (inseminação artificial, por exemplo). Com essa evolução social, percebemos também um outro movimento, ou seja, existem mais pessoas escrevendo. E isso é muito bom porque desse montante tem gente muito boa, com histórias fantásticas.

Ben Oliveira: Quais são seus próximos projetos literários?

Karina Dias: Depois da publicação de SEM DESTINO, pretendo lançar a quarta tiragem do livro Aquele dia junto ao mar e estou escrevendo uma trama sobre uma fotógrafa de ensaios sensuais que vai dar o que falar. Rs...

Ben Oliveira: Como você tem usado a internet, como escritora, para promover o seu trabalho e se aproximar dos leitores? Qual tem sido o feedback?

Karina dias: Eu uso bastante o Facebook e tenho o meu site www.karinadias.com.br , lá estão os meus livros, a minha agenda e mais pra frente, postarei algumas histórias para quem gosta de acompanhar os capítulos aos poucos. Através do site, e-mail e Facebook, eu tenho um contato mais próximo com quem acompanha o meu trabalho. Isso é muito importante, pois saber o que as pessoas acham do que escrevo me inspira, me transforma, faz valer cada segundo que fico submersa em mundos paralelos criando novas aventuras.

Ben Oliveira: Quais são seus escritores favoritos?

Karina Dias: Tenho tantos, seria injusto citar somente alguns. Vou destacar dois que eu releio sempre: Jane Austen e Noah Gordon.Ultimamente estou fascinada pelos teóricos da escola de Frankfurt e os franceses, principalmente Guy Debord e Pierre Bourdieu.

Ben Oliveira: Quais dicas você deixaria para escritores iniciantes?

Karina Dias: Escreva sempre. Escreva com o coração. Um dia nossos desejos se materializam, pois quanto mais a gente escreve, melhor fica a nossa escrita. Nada está pronto. Somos seres humanos e estamos em um processo eterno de evolução, assim acontece com as nossas histórias e ideias.

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4 comentários:

  1. Excelente entrevista, Ben!
    Parabéns a autora. Já me mobilizando para ler a produção.

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    Respostas
    1. Oi, Evelyn!
      Que maravilha ter você por aqui.
      Fico feliz que tenha gostado. Já estou ansioso para sua entrevista também. É sempre bom aprender com outros escritores. Eterno aprendizado.
      Abraços

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  2. Que entrevista maravilhosa!
    Parabéns pela iniciativa Ben, adorei conhecer seu site. :)
    E parabéns a autora, que nos presenteia com todas essas maravilhas que são seus livros.

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    Respostas
    1. Oi, Anônimo!
      Muitíssimo obrigado por tirar um tempo para ler e deixar seu comentário aqui. Esse feedback faz toda diferença!
      Karina Dias é fantástica... Sou suspeito.
      Abraços

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