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Mostrando postagens de junho, 2018

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Ressignificar dia após dia

A linha era tênue entre a verdade e a autoficção, mas a literatura era um espaço para criar e não tinha compromisso com a realidade. Como tinta invisível, personagens às vezes se misturam e podem confundir. Um personagem pode ser vários e a graça não está em descobrir quem é quem, mas de aproveitar a leitura. Escrever em blog poderia não ser a mesma coisa do que escrever um livro de ficção ou de memórias, mas a verdade era que acabava servindo para as duas coisas. Às vezes o passado estava no passado. Às vezes o presente apontava para o futuro. Mas nunca dá para saber sobre quem se está escrevendo e há beleza nisso. A beleza de que personagens não eram pessoas, de que não precisava contar a verdade sempre, que às vezes quatro personagens poderiam se tornar um. Saber quem é quem parecia o menos importante, mas apreciar a beleza das entrelinhas. Ia escrevendo como uma forma de esvaziar a mente e o coração, sentindo o corpo mais leve. Escrevia e continuaria escrevendo sempre que sentisse ...

Arte: Viver é Resistir (Ben Oliveira)

Resenha: Uma Criança Tratada como Coisa – Dave Pelzer

Identidade aspie: Não dá para fugir de si mesmo

Arte nova em votação no Ouroboros: Viver é Resistir

Resenha: O Cérebro Autista – Temple Grandin e Richard Panek

Síndrome de Asperger: Orgulho autista e hiperfoco

Paraíso Perdido: Edição ilustrada por Pablo Auladell e o cuidado com os detalhes

Autismo: Problema de representatividade na ficção ou no mundo real?

Vídeo: 7 Curiosidades sobre Síndrome de Asperger

Asperger: Mundo invertido e a normalidade tóxica

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